Blog do Bruno Voloch

01/08/2009

China, em ritmo de treino, derrota a Coréia

A China segue também 100% no Grand Prix.

Depois de superar a República Dominicana no primeiro jogo, as chinesas derrotaram a Coréia por 3 a 0.

As parciais foram de 25/15, 25/21 e 25/14 em exatos 61 minutos.

Sempre ela, Wang Yimei, foi o destaque.

Ela fez 18 pontos.

China e Rússia estão na liderança do grupo C com 4 pontos . 

Por Bruno Voloch às 10h12

Rússia tem dificuldades, mas vence a República Dominicana

A Rússia suou, mas conseguiu a segunda vitória no Grand Prix.

Nessa madrugada em Ningbo na China, a Rússia fez 3 sets a 2 na República Dominicana em uma hora e cinquenta de jogo.

A Rússia chegou a estar perdendo por 2 sets a 1, mas fez 25/11 no quarto set e 15/10 no quinto.

A experiente Gamova entrou no quarto set e foi decisiva na partida.   

Mas ninguém superou Tatiana Kosheleva que jogou os 5 stes e fez incríveis 23 pontos no jogo.

20 de ataque, 2 de bloqueio e um ace.

Bethania da Républica Dominicana terminou com 19 pontos.

A Rússia volta a jogar pelo Grand Prix neste Domingo contra a China.

   

Por Bruno Voloch às 10h07

Brasil consegue segunda vitória no mundial juvenil

A seleção brasileira masculina juvenil não tomou conhecimento do Canadá e conseguiu a segunda vitória no campeonato mundial.

O jogo foi realizado em Pune na Índia.

Em uma hora de partida, o Brasil fez 25/21, 25/22 e 25/13.

Maurício e Renan novamente foram os destaques.

Maurício fez 14 pontos e Renan pontuou 12 vezes.

O Brasil fez nos 3 sets, 45 pontos de ataque, 9 de bloqueio e 3 pontos de saque.

O Canadá contribuiu com 18 erros.

O time canadense vinha de uma vitória sobre a Polônia por 3 a 2.

O Brasil está em primeiro lugar no grupo D com duas vitórias em dois jogos e neste Domingo encerra a participação na primeira fase enfrentando justamente a Polônia.  

  

Por Bruno Voloch às 09h40

31/07/2009

China não dá chances e arrasa a República Dominicana

Em Ningbo, a China em uma hora de jogo, tratou logo de espantar a zebra na primeira rodada do Grand Prix.

Com o apoio da torcida, a China fez 3 a 0 com parciais de 25/12, 25/18 e 25/19. 

Xue Ming anotou 15 pontos.

Wang, destatque do time na Olimpíada,  marcou 10.

A seleção chinesa marcou 12 pontos de bloqueio no jogo.

A República Dominicana do brasileiro Marcos Kwieck sentiu o peso da estreia e jogou abaixo do esperado.

 

Por Bruno Voloch às 11h18

No mundial juvenil masculino, Brasil derrota a Rússia

O Brasil começou bem sua caminhada rumo a mais um título mundial.

A seleção venceu a Rússia hoje na cidade de Pune, na Índia por 3 sets a 1.

As parciais foram de 30/28, 25/16, 23/25 e 25/19.

Maurício foi o jogador mais eficiente em quadra com 19 pontos, todos de ataque.

Renan e William fizeram 15 pontos cada e tiveram boa atuação.

O bloqueio, poderosa arma russa, nos deu 15 pontos no jogo, sendo que Renan fez 5 pontos.

O Brasil conseguiu ainda 4 aces na partida.

No outro jogo do grupo o Canadá derrotou a Polônia por 3 sets a 2.

A Índia, seleção da casa derrotou a Tunísia por 3 sets a 0.     

O Brasil joga no Sábado contra o Canadá valendo a liderança da chave.    

Por Bruno Voloch às 11h10

Favoritos vencem na primeira rodada do mundial juvenil

Os Estados Unidos derrotaram a Bielorússia no primeiro jogo do campeonato mundial juvenil.

Os americanos precisaram de duas horas de jogo para fazer 3 a 1 com parcias de 32/30, 21/25, 25/18 e 30/28.

Pelo grupo B, o Ira passou pela Bélgica com 3 a 0, mesmo placar da vitória da China sobre o Egito.

A Argentina, cotada para chegar ao título, derrotou Cuba por 3 a 0 e a França repetiu a dose frente a Grécia.

Os resultados foram válidos pelo grupo C.

O Brasil encara a Rússia na estréia do mundial.

Por Bruno Voloch às 08h37

Rússia abre Grand Prix com vitória fácil

A Rússia, uma das favoritas ao título do Grand Prix, começou bem a competição.

Jogando em Ningbo na China, a seleção russa derrotou a Coréia por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/23, e 25/15 em pouco mais de uma hora de jogo.

Anna Makarova e Tatiana Kosheleva foram as maiores pontuadoras da partida com 16 pontos cada.

Olga Fateeva veio atrás com 10.

Gamova, estrela do time, fez 3 pontos e começou no banco.

Kosheleva é uma das apostas da nova geração da Rússia comandada por Vladimir Kuzyutkin.  

Tem apenas 20 anos, 1.91 de altura e joga no Odintsovo.

Makarova tem 25 anos, mas ainda pouco experiente.

Ela é alta também com 1,94 e atua no Samorodok.

A Rússia volta a jogar neste Sábado contra a República Dominicana.

Por Bruno Voloch às 08h24

A seleção diante do " fantasma " de jogar em casa

Competição de verdade.

Após a conquista da medalha de Ouro em Pequim, a seleção feminina faz contra Porto Rico o primeiro jogo pelo Grand Prix.

Agora sim poderemos começar a analisar de fato e de direito a seleção que vai jogar uma competição longa, cansativa, de tradição e com adversários de nível razoável.

Então o que esperar ?

Título, claro.

Aliás, o Brasil não pode mais entrar em nenhuma competição e deixar de pensar no título, levando junto o favoritismo.

Nessa mesma época em 2008, no Grand Prix, o Brasil era um dos favoritos e faria o teste definitivo para a Olimpíada.

A cobrança de fato era menor naquela ocasião.

Mas em 2009 é diferente.

Vale ressaltar que nessa edição Cuba e Itália não estarão participando.

Bom para a gente.

São dois rivais tradicionais fora do caminho.

O Grand Prix terá uma China renovada e de treinador novo.

Os Estados Unidos com um time experiente e com Hugh McCutcheon e Karch Kiraly no banco.

Só isso . 

A surpreendente República Dominicana.

Passando por Porto Rico que evoluiu muito nos últimos anos. 

A sempre perigosa Rússia, e as imprevisíveis Holanda, Alemanha e Polônia.  

Sem esquecer dos figurantes Japão, Coréia e Tailândia.

Eis a relação.

Nada que nos assuste mais do que o ginásio onde vamos jogar.

Foi lá que perdemos para Cuba o Pan de 2007.

Foi lá que perdemos e ficamos somente com o quarto lugar na Liga Mundial de 2008.

Será que é mesmo tão diferente jogar no Maracanãzinho ?

Que fantasma é esse ?

Fico aliviado em saber que o ginásio será somente a primeira etapa de uma longa e tomara vitoriosa jornada.

 

Por Bruno Voloch às 00h28

Nova geração masculina começa caminhada no mundial juvenil

Agora é a vez deles.

Depois da medalha de bronze ganha pela seleção feminina, a seleção masculina do Brasil estreia no campeonato mundial juvenil.

A competição será jogada na cidade de Pune na Índia.

O Brasil vai enfrentar nesta sexta, a Rússia uma das equipes favoritas para ganhar o campeonato.

Além da Rússia, o Brasil vai enfrentar na primeira fase a Polônia e também o Canadá.

Brasil e Rússia, fizeram a final do mundial em 2007 com vitória brasileira.

Fora 2007, a seleção ganhou o mundial em 1993 e 2001.

Percy Oncken é o treinador da seleção.

Estados Unidos e Bielorússia fazem o primeiro jogo do mundial pelo grupo A.

Cuba e Argentina é o principal jogo do grupo C.

 

Por Bruno Voloch às 00h03

29/07/2009

Mari marca data para deixar seleção e diz que Zé Roberto sabe hoje onde é "seu limite" com ela

Mari. Assim ela é chamada. Conhecida por uma personalidade raramente vista no voleibol, Marianne Steinbrecher está focada, mas consciente de que a seleção terá um segundo semestre difícil e de cobranças em termos de resultado. Aos 25 anos, diz que tem data certa para deixar a seleção brasileira, fala pouco mas o necessário sobre São Caetano, afirma que Dani Lins é a levantadora do momento, que a concentração ainda é necessária e que ela e Zé Roberto "chegaram a um acordo".
Blog : Mari, o que esperar desse segundo semestre da seleção ?
Mari : Será muito difícil. Estamos passando por um processo de transição. Troca de jogadoras e especialmente da levantadora, no caso a Dani LIns. Mas acho que a nossa responsabilidade será bem maior por causa dos títulos recentes e a medalha olímpica. Todos querem tirar uma "casquinha" do Brasil, é o time a ser batido.  
 
O que você achou desse torneio classificatório para o mundial ?
Foi um torneio fraco técnicamente que nada nos acrescentou. Mas faz parte e temos que ter respeito pelos adversários e pelo pouco público que nos prestigiou. Treinar para enfrentar essas seleções é duro. Enquanto isso a gente vê a Alemanha de "bobeira" em Saquarema treinando. Seria muito mais útil para nós fazermos jogos treino contra elas. Sugiro que já que jogamos o Sul-Americano, porque não fazer desse campeonato o classificatório para o mundial ? 
Evitaria jogar contra essas seleções novamente.
 
Perder sets para essas seleções não é demais ?
Sim. Não poderíamos mesmo perder set para essas seleções, mas acontece. Não tem jeito. As meninas da Venezeula por exemplo, foram para o saque, " metem a porrada" e como passar desse jeito ? É a única arma delas e quando dá certo, a gente perde mesmo set.
O que representa a camisa 7 para você ? 
 
Sempre gostei da camisa 7, desde pequena. Respeitei a Fofão porque ela tem um passado e história na seleção e o Zé me sugeriu a 3. Joguei tranquila. Quando ela saiu, corri logo na 7. Na bíblia 7 quer dizer, perfeição e outros significados especias. Minha mãe sempre me disse isso também. Agora não largo mais a 7.
E como será jogar a primeira etapa do Grand Prix no Rio de Janeiro ?
 
É bom jogar no Brasil, sem dúvida. Primeiro porque o Grand Prix é desgastante e vamos passar menos tempo fora com essa etapa no Brasil. Vamos jogar com a torcida a nossa favor. Mas precisamos saber que seremos sempre as favoritas onde quer que a gente jogue. As críticas vão surgir quando a gente não jogar bem e temos que estar preparadas para "filtrar" isso.
E os primeiros adversários ?
  
Porto Rico cresceu demais. É um perigo. Elas vão dar trabalho. Os Estados Unidos tem tradição, experiência, o treinador campeão olímpico e adoram jogar contra nós. A Alemanha está treinando bem, tem a volta da Furst e precisamos estar concentradas. Quase nunca perdemos para elas, mas é a primeira rodada ainda e estamos longe da forma ideal no momento.Vamos alcançar o ápice, somente na fase final da competição.
Você consegue falar das diferenças do grupo atual e o de Pequim ?
O grupo de Pequim ficou 4 anos junto. Tempo de amizade, de problemas, de crise e de superação. Vitórias e derrotas. Faz parte de tanto tempo treinando e viajando. É inevitável. Esse grupo atual precisa ainda ser testado. Precisamos conviver mais, ter problemas como toda família, saber resolver esses problemas e crescer em cima disso. É prematuro dizer que é um grupo unido. Muita gente precisa se conhecer ainda e são nos problemas que a gente conhece cada um. Nas reações e adversidades, especificamente.
E as ausências da Paula e da Jaqueline ?
Vamos falar de quem está no grupo.     
Você ainda tem na memória 2004 e especialmente 2008 ?
Lembro de tudo, mas foco no presente. O título olímpico foi importante demais, mas precisamos estar sempre dando o máximo. A última impressão é a que vai ficar. De nada vai adiantar se fizermos diferente daqui em diante. Tenho que ter muito mais atenção, reponsabilidade e segurança nos meus atos. Sei o que represento e o que sofri. A cobrança só vai aumentar, pode ter certeza. Quem estiver preparada, vai vingar. É agora que a gente vai conhecer algumas atletas.
Muito se fala sobre a levantadora. O que dizer da Dani Lins ? 
 
Não dá para comparar. A Fofão era demais, diferenciada. Vejo realmente na Dani um potencial. Ela é alta, muito forte, rápida e um tem físico de atacante.
Mas precisa "rodar" e ganhar bagagem. Uma levantadora só atinge a sua maturidade quando chega aos 30 anos e a Dani ainda é muito nova. Precisa aproveitar a chance.
Qual é o seu principal obejtivo no momento ? 
O mundial é meu objetivo, garanto. Queremos o título mundial em 2010. É o que nos falta, no caso para essa geração. Mas penso em jogar até Londres em 2012, depois deixo a seleção qualquer que seja o resultado. Não tem volta. Preciso ter uma vida normal e aproveitar um pouco as coisas "extra quadra" . Outra coisa, joelhos e ombros não duram para sempre, tem esse detalhe. 
Sem volta ? Não é cedo para dizer isso ?
Não . Paro depois da Olimpíada de Londres em 2012. Estou certa do que pretendo .
E sobre o campeonato italiano, você tem saudades ?
Com a volta de algumas meninas da Turquia, acho que a Itália sem dúvida volta a ter o melhor campeonato do mundo. Não sei ainda quanto ao ano que vem. Mas se voltar para a Europa será na Itália, pode ter certeza. Adoro a Itália.
Porque o treinador Antônio Rizzola não deu certo no São Caetano ?  
 
Foi difícil. O Rizzola tentou mudar as coisas sem diálogo, foi só isso. E as coisas não funcionam dessa forma no vôlei, e eu não sou diferente. Não sou nenhuma jogadora juvenil.
O tema concentração voltou a ser discutido depois de algumas declarações do Ronaldo. O que você pode dizer ? 
 
Eu acho importante sim. É perigoso abrir mão.  Depende do grupo, do treinador, se não perde-se o controle. Sou a favor de concentração porque é preciso se alimentar bem, conviver em harmonia e manter a concentração. Não dá para liberar demais , se não tem gente que passa dos limites. Alguns precedentes são mesmo perigosos e eu não abriria mão. Mas o técnico precisa ter bom senso. Nem todos poder ter esse bom senso.
Como anda seu relacionamento com o Zé Roberto ? 
 
A gente amadureceu muito. Aprendi demais com a situação de 2007. Eu sei que sou o "cristo" do Zé. Mas ele sabe até onde pode ir comigo e eu sei até onde posso ir com ele. Quanto a gente sente que pode passar do limite, paramos na hora para evitar discussão e o pior.   
          

Por Bruno Voloch às 12h01

28/07/2009

SESI vai anunciar oficialmente contratação de dois campeões da Liga Mundial

O SESI, equipe formada essa temporada vai anunciar na próxima quarta-feira as contratações de Murilo e Sidão.

Os dois jogadores conquistaram no último fim de semana, o título da Liga Mundial pela seleção brasileira.

Murilo que jogava no Modena, havia assinado contrato com a equipe do Macerata da Itália, mas os dirigentes do SESI garantem que chegaram a um acordo e o atleta aparentemente foi liberado.

O time que será dirigido por Giovane Gávio, vai investir cerca de 5 milhões de reais no primeiro ano dedicado ao vôlei.

 

Por Bruno Voloch às 23h36

27/07/2009

Líberos são referência para a FIVB

A eleição de Escadinha como melhor jogador da Liga Mundial não é novidade para a FIVB.

Um dia antes, no México, a líbero da República Dominicana, Brenda Castillo, também foi eleita a melhor jogadora do mundial juvenil.

Além de melhor jogadora, a jovem jogadora da República Dominicana, ganhou também os prêmios de melhor defesa, recepção e melhor líbero do mundial.

A República Dominicana ficou pela primeira vez na história com a medalha de prata no mundial.

Completando a lista, Chen Shih Ting da China Taipei foi a maior pontuadora com 150 pontos e eleita a melhor atacante.

A melhor levantadora veio da campeã Alemanha com Lena Mollers.

A Turquia fez a principal bloqueadora com Nesve Buyukbayram e Cuba teve em Gyselle Silva a melhor sacadora do mundial.

Pela primeira vez em anos de mundial juvenil o Brasil, medalha de bronze, não ganhou nada nas premiações individuais. 

 

    

Por Bruno Voloch às 09h04

Apenas 4 vagas em disputa para o mundial feminino do Japão

Além de Brasil e Peru, campeão e vice do Torneio Classificatório realizado durante a semana nas cidades mineiras de Contagem e Betim, mais 18 seleções garantiram suas vagas no Campeonato Mundial 2010, no Japão.
Alemanha, Argélia, China, Croacia, Cuba, Estados Unidos, Holanda, Itália, Japão, Polônia, Porto Rico, Quênia, República Dominicana, República Tcheca, Rússia, Sérvia, Tailândia e Turquia.

Restam apenas mais quatro vagas em dois torneios classificatórios.
Do continente asiático, serão definidas mais duas seleções - Coréia do Sul, China Taipe, Cazaquistão ou Nova Zelândia.
Das Américas do Norte e Central, outras duas.
Na briga estão Canadá, México, Trinidad e Tobago e Costa Rica.
A FIVB vai divulgar em breve as datas dos dois torneios.

Por Bruno Voloch às 08h55

Zé segue 100% e com o grupo nas mãos

A seleção feminina fez seu papel.

Conquistou o classificatório sem a menor dificuldade e ganhando a decisão contra o Peru por 3 a 0.

Eu disse, tinha que ser assim.

Era o mínimo que o Brasil poderia fazer.  

Diferente do primeiro jogo entre Brasil e Peru, a final teve mais cara de treino novamente.

Mérito do Brasil, sem esquecer da baixa qualidade técnica do adversário.

Entramos concentrados, equilibrados e dispostos a liquidar o jogo o quanto antes.

Dito e feito.

Os sets perdidos durante o classificatório para Peru e Argentina, devem ser motivo de conversa mais na frente, entre Zé Roberto e as jogadoras.

Importante foi ter vencido e ter conseguido ritmo de jogo para a estréia no Grand Prix nesse fim de semana no Rio de Janeiro.

Fica difícil escolher no meio de tante gente ruim ( as adversárias ) a melhor jogadora do Brasil.

Mas fico com Mari.

Thaísa também merece ser citada, mas Mari foi mais regular.

Resumindo.

O que mais importa diferente de prêmios individuais ou coisas parecidas, é que este foi o terceiro título no ano da equipe de José Roberto Guimarães.

O Brasil já havia conquistado em 2009 o Montreux Volley Masters e a Copa Pan-Americana.

Zé segue 100% e com o grupo nas mãos. 
  

Por Bruno Voloch às 08h49

O novo Brasil de Leandro Vissoto

" A gente estava em dívida ".

Foram essas s primeiras declarações de Bernardinho após a conquista do oitavo título da Liga Mundial.

Ele tem razão.

A seleção foi questionada e criticada após o ano ruim de 2008.

Ruim com uma medalha de prata em Olimpíada ?

Isso ruim.

Eles, comissão e jogadores, são os primeiros a admitir que era uma situação que estava engasgada.

Afinal, fracassamos perdendo a Liga Mundial em casa e a Olimpíada com todo aquele favoritismo.

Engano deles. Em Belgrado não foi diferente.

Chegamos também como favoritos diante da renovação também dos nossos adversários.

Ficou provado que temos de longe mais peças de reposição.

Por muito pouco não conquistamos a Liga Mundial de forma invicta, não fosse aquele derrota sem explicação para a Finlândia por 3 a 2.

Mas faz parte.

Vi um Brasil no início de um ciclo.

Tínhamos na verdade apenas Giba, Escadinha e um Rodrigão " baleado" daquele time que fez história.

Murilo entrava, mas nunca esteve no mesmo grau de cobrança de Giba.

Bruno, estava no grupo "fracassado" de 2008, mas longe de ser culpado.

Portanto é justo dizer que Bernardinho teve 3 caras experientes e rodados. E só.

Ganhou a Liga com autoridade.

Tivemos dois testes na minha opinião.

O jogo contra a Rússia e a decisão contra a Sérvia.

Digo mais. Concordo com o que disse Escadinha.

Se a gente tivesse perdido o título, o que poderia ter acontecido, o papel teria sido cumprido com dignidade.

Jogar um final contra a Sérvia, em Belgrado é muito difícil.

Prefiro não falar nos supostos erros de arbitragem e valorizar o título do Brasil.

Um nome entre tantos que escolheria é o de Leandro Vissoto.

Fico com esse cara.

Uma imagem do novo Brasil.

Um Brasil que pode fazer história novamente, desde que mantenha a humilidade e não cometa os mesmos erros de 2008.    

Por Bruno Voloch às 08h41

26/07/2009

Brasil fica com a medalha de bronze no mundial feminino

O Brasil, suou, mas conseguiu conquistar a medalha de bronze no mundial juvenil feminino.

De virada, a seleção brasileira, derrotou a Bulgária por 3 sets a 2.

As parciais foram de 19-25, 21-25, 25-18, 25-21 e 19-17 em mais de duas horas de jogo.

Glauciele fez 20 pontos. Letícia Hagi terminou com 15 e Natiele com 14 pontos.   

O Brasil lutava pelo sétimo título consecutivo, mas caiu na semifinal para a República Dominicana.

Por Bruno Voloch às 06h47

Invicta, Alemanha é campeã mundial juvenil

Em mais uma atuação impecável, a Alemanha derrotou a República Dominicana e conquistou o título do campeonato mundial juvenil feminino no México.

Foi a primeira medalha de Ouro na história do vôlei da Alemanha.   

O título veio de forma invicta.

Foram 8 jogos e 8 vitórias.

A Alemanha passou por China Taipei, República Tcheca e China na primeira fase.

Todos os jogos as vitórias foram por 3 a 0.

Na segunda fase a Alemanha derrotou a Turquia por 3 a 1, a República Domincana por 3 a 2 e o México por 3 a 0.

Na semifinal, vitória de 3 a 0 sobre a Bulgária.     

O jogo final, medlaha de Ouro, terminou 3 sets a 0, com parciais de 28/26,  26/24 e 25/16 em uma hora e vinte e quatro minutos de partida.

Sarah Petrausch foi o nome da decisão marcando 14 pontos.

Laura Weihenmaier fez 13.

Elisa Lisvel se destacou pela República Domincana com 12 anotações.

Por Bruno Voloch às 06h36

Sobre o autor

Carioca, tem mais de 20 anos de profissão. Iniciou a carreira na extinta TV Manchete em 1988. Foram 6 anos até ser contrato pela Band Rio em 1994. No ano seguinte estava no Sportv/Globo onde foi idealizador e apresentador do programa Supervolley. Atuou como repórter de 1995 até 2003, e participou da cobertura dos campeonatos brasileiros de 1995 a 2003 em jogos ao vivo. Em 2004 se transferiu para o Bandsports, onde criou e comandou os programas "Roda de vôlei "e Linha de 3". Foi apresentador e comentarista de vôlei e basquete do canal. Em 2008 acumulou a função de diretor de jornalismo até setembro de 2009. De 2007 até 2009 foi colunista da rádio Bandnews FM do Rio e trabalhou nos jornais Lance e Jornal dos Sports. Participou da cobertura de 3 Copas do Mundo, 3 Olimpíadas e das últimas 3 últimas edições do Pan. Hoje é colunista do Jornal do Brasil e comenta futebol para a Bandnews FM/Rio de Janeiro e rádio Terê FM/Rio de Janeiro. É especialista em vôlei.

Sobre o blog

Opinião e informação sobre o que de mais relevante ocorre no vôlei no Brasil e no mundo.

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