A China segue também 100% no Grand Prix.
Depois de superar a República Dominicana no primeiro jogo, as chinesas derrotaram a Coréia por 3 a 0.
As parciais foram de 25/15, 25/21 e 25/14 em exatos 61 minutos.
Sempre ela, Wang Yimei, foi o destaque.
Ela fez 18 pontos.
China e Rússia estão na liderança do grupo C com 4 pontos .
Por Bruno Voloch às 10h12
A Rússia suou, mas conseguiu a segunda vitória no Grand Prix.
Nessa madrugada em Ningbo na China, a Rússia fez 3 sets a 2 na República Dominicana em uma hora e cinquenta de jogo.
A Rússia chegou a estar perdendo por 2 sets a 1, mas fez 25/11 no quarto set e 15/10 no quinto.
A experiente Gamova entrou no quarto set e foi decisiva na partida.
Mas ninguém superou Tatiana Kosheleva que jogou os 5 stes e fez incríveis 23 pontos no jogo.
20 de ataque, 2 de bloqueio e um ace.
Bethania da Républica Dominicana terminou com 19 pontos.
A Rússia volta a jogar pelo Grand Prix neste Domingo contra a China.
Por Bruno Voloch às 10h07
A seleção brasileira masculina juvenil não tomou conhecimento do Canadá e conseguiu a segunda vitória no campeonato mundial.
O jogo foi realizado em Pune na Índia.
Em uma hora de partida, o Brasil fez 25/21, 25/22 e 25/13.
Maurício e Renan novamente foram os destaques.
Maurício fez 14 pontos e Renan pontuou 12 vezes.
O Brasil fez nos 3 sets, 45 pontos de ataque, 9 de bloqueio e 3 pontos de saque.
O Canadá contribuiu com 18 erros.
O time canadense vinha de uma vitória sobre a Polônia por 3 a 2.
O Brasil está em primeiro lugar no grupo D com duas vitórias em dois jogos e neste Domingo encerra a participação na primeira fase enfrentando justamente a Polônia.
Por Bruno Voloch às 09h40
Em Ningbo, a China em uma hora de jogo, tratou logo de espantar a zebra na primeira rodada do Grand Prix.
Com o apoio da torcida, a China fez 3 a 0 com parciais de 25/12, 25/18 e 25/19.
Xue Ming anotou 15 pontos.
Wang, destatque do time na Olimpíada, marcou 10.
A seleção chinesa marcou 12 pontos de bloqueio no jogo.
A República Dominicana do brasileiro Marcos Kwieck sentiu o peso da estreia e jogou abaixo do esperado.
Por Bruno Voloch às 11h18
O Brasil começou bem sua caminhada rumo a mais um título mundial.
A seleção venceu a Rússia hoje na cidade de Pune, na Índia por 3 sets a 1.
As parciais foram de 30/28, 25/16, 23/25 e 25/19.
Maurício foi o jogador mais eficiente em quadra com 19 pontos, todos de ataque.
Renan e William fizeram 15 pontos cada e tiveram boa atuação.
O bloqueio, poderosa arma russa, nos deu 15 pontos no jogo, sendo que Renan fez 5 pontos.
O Brasil conseguiu ainda 4 aces na partida.
No outro jogo do grupo o Canadá derrotou a Polônia por 3 sets a 2.
A Índia, seleção da casa derrotou a Tunísia por 3 sets a 0.
O Brasil joga no Sábado contra o Canadá valendo a liderança da chave.
Por Bruno Voloch às 11h10
Os Estados Unidos derrotaram a Bielorússia no primeiro jogo do campeonato mundial juvenil.
Os americanos precisaram de duas horas de jogo para fazer 3 a 1 com parcias de 32/30, 21/25, 25/18 e 30/28.
Pelo grupo B, o Ira passou pela Bélgica com 3 a 0, mesmo placar da vitória da China sobre o Egito.
A Argentina, cotada para chegar ao título, derrotou Cuba por 3 a 0 e a França repetiu a dose frente a Grécia.
Os resultados foram válidos pelo grupo C.
O Brasil encara a Rússia na estréia do mundial.
Por Bruno Voloch às 08h37
A Rússia, uma das favoritas ao título do Grand Prix, começou bem a competição.
Jogando em Ningbo na China, a seleção russa derrotou a Coréia por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/23, e 25/15 em pouco mais de uma hora de jogo.
Anna Makarova e Tatiana Kosheleva foram as maiores pontuadoras da partida com 16 pontos cada.
Olga Fateeva veio atrás com 10.
Gamova, estrela do time, fez 3 pontos e começou no banco.
Kosheleva é uma das apostas da nova geração da Rússia comandada por Vladimir Kuzyutkin.
Tem apenas 20 anos, 1.91 de altura e joga no Odintsovo.
Makarova tem 25 anos, mas ainda pouco experiente.
Ela é alta também com 1,94 e atua no Samorodok.
A Rússia volta a jogar neste Sábado contra a República Dominicana.
Por Bruno Voloch às 08h24
Competição de verdade.
Após a conquista da medalha de Ouro em Pequim, a seleção feminina faz contra Porto Rico o primeiro jogo pelo Grand Prix.
Agora sim poderemos começar a analisar de fato e de direito a seleção que vai jogar uma competição longa, cansativa, de tradição e com adversários de nível razoável.
Então o que esperar ?
Título, claro.
Aliás, o Brasil não pode mais entrar em nenhuma competição e deixar de pensar no título, levando junto o favoritismo.
Nessa mesma época em 2008, no Grand Prix, o Brasil era um dos favoritos e faria o teste definitivo para a Olimpíada.
A cobrança de fato era menor naquela ocasião.
Mas em 2009 é diferente.
Vale ressaltar que nessa edição Cuba e Itália não estarão participando.
Bom para a gente.
São dois rivais tradicionais fora do caminho.
O Grand Prix terá uma China renovada e de treinador novo.
Os Estados Unidos com um time experiente e com Hugh McCutcheon e Karch Kiraly no banco.
Só isso .
A surpreendente República Dominicana.
Passando por Porto Rico que evoluiu muito nos últimos anos.
A sempre perigosa Rússia, e as imprevisíveis Holanda, Alemanha e Polônia.
Sem esquecer dos figurantes Japão, Coréia e Tailândia.
Eis a relação.
Nada que nos assuste mais do que o ginásio onde vamos jogar.
Foi lá que perdemos para Cuba o Pan de 2007.
Foi lá que perdemos e ficamos somente com o quarto lugar na Liga Mundial de 2008.
Será que é mesmo tão diferente jogar no Maracanãzinho ?
Que fantasma é esse ?
Fico aliviado em saber que o ginásio será somente a primeira etapa de uma longa e tomara vitoriosa jornada.
Por Bruno Voloch às 00h28
Agora é a vez deles.
Depois da medalha de bronze ganha pela seleção feminina, a seleção masculina do Brasil estreia no campeonato mundial juvenil.
A competição será jogada na cidade de Pune na Índia.
O Brasil vai enfrentar nesta sexta, a Rússia uma das equipes favoritas para ganhar o campeonato.
Além da Rússia, o Brasil vai enfrentar na primeira fase a Polônia e também o Canadá.
Brasil e Rússia, fizeram a final do mundial em 2007 com vitória brasileira.
Fora 2007, a seleção ganhou o mundial em 1993 e 2001.
Percy Oncken é o treinador da seleção.
Estados Unidos e Bielorússia fazem o primeiro jogo do mundial pelo grupo A.
Cuba e Argentina é o principal jogo do grupo C.
Por Bruno Voloch às 00h03
Por Bruno Voloch às 12h01
O SESI, equipe formada essa temporada vai anunciar na próxima quarta-feira as contratações de Murilo e Sidão.
Os dois jogadores conquistaram no último fim de semana, o título da Liga Mundial pela seleção brasileira.
Murilo que jogava no Modena, havia assinado contrato com a equipe do Macerata da Itália, mas os dirigentes do SESI garantem que chegaram a um acordo e o atleta aparentemente foi liberado.
O time que será dirigido por Giovane Gávio, vai investir cerca de 5 milhões de reais no primeiro ano dedicado ao vôlei.
Por Bruno Voloch às 23h36
A eleição de Escadinha como melhor jogador da Liga Mundial não é novidade para a FIVB.
Um dia antes, no México, a líbero da República Dominicana, Brenda Castillo, também foi eleita a melhor jogadora do mundial juvenil.
Além de melhor jogadora, a jovem jogadora da República Dominicana, ganhou também os prêmios de melhor defesa, recepção e melhor líbero do mundial.
A República Dominicana ficou pela primeira vez na história com a medalha de prata no mundial.
Completando a lista, Chen Shih Ting da China Taipei foi a maior pontuadora com 150 pontos e eleita a melhor atacante.
A melhor levantadora veio da campeã Alemanha com Lena Mollers.
A Turquia fez a principal bloqueadora com Nesve Buyukbayram e Cuba teve em Gyselle Silva a melhor sacadora do mundial.
Pela primeira vez em anos de mundial juvenil o Brasil, medalha de bronze, não ganhou nada nas premiações individuais.
Por Bruno Voloch às 09h04
Por Bruno Voloch às 08h55
A seleção feminina fez seu papel.
Conquistou o classificatório sem a menor dificuldade e ganhando a decisão contra o Peru por 3 a 0.
Eu disse, tinha que ser assim.
Era o mínimo que o Brasil poderia fazer.
Diferente do primeiro jogo entre Brasil e Peru, a final teve mais cara de treino novamente.
Mérito do Brasil, sem esquecer da baixa qualidade técnica do adversário.
Entramos concentrados, equilibrados e dispostos a liquidar o jogo o quanto antes.
Dito e feito.
Os sets perdidos durante o classificatório para Peru e Argentina, devem ser motivo de conversa mais na frente, entre Zé Roberto e as jogadoras.
Importante foi ter vencido e ter conseguido ritmo de jogo para a estréia no Grand Prix nesse fim de semana no Rio de Janeiro.
Fica difícil escolher no meio de tante gente ruim ( as adversárias ) a melhor jogadora do Brasil.
Mas fico com Mari.
Thaísa também merece ser citada, mas Mari foi mais regular.
Resumindo.
O que mais importa diferente de prêmios individuais ou coisas parecidas, é que este foi o terceiro título no ano da equipe de José Roberto Guimarães.
O Brasil já havia conquistado em 2009 o Montreux Volley Masters e a Copa Pan-Americana.
Zé segue 100% e com o grupo nas mãos.
Por Bruno Voloch às 08h49
" A gente estava em dívida ".
Foram essas s primeiras declarações de Bernardinho após a conquista do oitavo título da Liga Mundial.
Ele tem razão.
A seleção foi questionada e criticada após o ano ruim de 2008.
Ruim com uma medalha de prata em Olimpíada ?
Isso ruim.
Eles, comissão e jogadores, são os primeiros a admitir que era uma situação que estava engasgada.
Afinal, fracassamos perdendo a Liga Mundial em casa e a Olimpíada com todo aquele favoritismo.
Engano deles. Em Belgrado não foi diferente.
Chegamos também como favoritos diante da renovação também dos nossos adversários.
Ficou provado que temos de longe mais peças de reposição.
Por muito pouco não conquistamos a Liga Mundial de forma invicta, não fosse aquele derrota sem explicação para a Finlândia por 3 a 2.
Mas faz parte.
Vi um Brasil no início de um ciclo.
Tínhamos na verdade apenas Giba, Escadinha e um Rodrigão " baleado" daquele time que fez história.
Murilo entrava, mas nunca esteve no mesmo grau de cobrança de Giba.
Bruno, estava no grupo "fracassado" de 2008, mas longe de ser culpado.
Portanto é justo dizer que Bernardinho teve 3 caras experientes e rodados. E só.
Ganhou a Liga com autoridade.
Tivemos dois testes na minha opinião.
O jogo contra a Rússia e a decisão contra a Sérvia.
Digo mais. Concordo com o que disse Escadinha.
Se a gente tivesse perdido o título, o que poderia ter acontecido, o papel teria sido cumprido com dignidade.
Jogar um final contra a Sérvia, em Belgrado é muito difícil.
Prefiro não falar nos supostos erros de arbitragem e valorizar o título do Brasil.
Um nome entre tantos que escolheria é o de Leandro Vissoto.
Fico com esse cara.
Uma imagem do novo Brasil.
Um Brasil que pode fazer história novamente, desde que mantenha a humilidade e não cometa os mesmos erros de 2008.
Por Bruno Voloch às 08h41
O Brasil, suou, mas conseguiu conquistar a medalha de bronze no mundial juvenil feminino.
De virada, a seleção brasileira, derrotou a Bulgária por 3 sets a 2.
As parciais foram de 19-25, 21-25, 25-18, 25-21 e 19-17 em mais de duas horas de jogo.
Glauciele fez 20 pontos. Letícia Hagi terminou com 15 e Natiele com 14 pontos.
O Brasil lutava pelo sétimo título consecutivo, mas caiu na semifinal para a República Dominicana.
Por Bruno Voloch às 06h47
Em mais uma atuação impecável, a Alemanha derrotou a República Dominicana e conquistou o título do campeonato mundial juvenil feminino no México.
Foi a primeira medalha de Ouro na história do vôlei da Alemanha.
O título veio de forma invicta.
Foram 8 jogos e 8 vitórias.
A Alemanha passou por China Taipei, República Tcheca e China na primeira fase.
Todos os jogos as vitórias foram por 3 a 0.
Na segunda fase a Alemanha derrotou a Turquia por 3 a 1, a República Domincana por 3 a 2 e o México por 3 a 0.
Na semifinal, vitória de 3 a 0 sobre a Bulgária.
O jogo final, medlaha de Ouro, terminou 3 sets a 0, com parciais de 28/26, 26/24 e 25/16 em uma hora e vinte e quatro minutos de partida.
Sarah Petrausch foi o nome da decisão marcando 14 pontos.
Laura Weihenmaier fez 13.
Elisa Lisvel se destacou pela República Domincana com 12 anotações.
Por Bruno Voloch às 06h36
Carioca, tem mais de 20 anos de profissão. Iniciou a carreira na extinta TV Manchete em 1988. Foram 6 anos até ser contrato pela Band Rio em 1994. No ano seguinte estava no Sportv/Globo onde foi idealizador e apresentador do programa Supervolley. Atuou como repórter de 1995 até 2003, e participou da cobertura dos campeonatos brasileiros de 1995 a 2003 em jogos ao vivo. Em 2004 se transferiu para o Bandsports, onde criou e comandou os programas "Roda de vôlei "e Linha de 3". Foi apresentador e comentarista de vôlei e basquete do canal. Em 2008 acumulou a função de diretor de jornalismo até setembro de 2009. De 2007 até 2009 foi colunista da rádio Bandnews FM do Rio e trabalhou nos jornais Lance e Jornal dos Sports. Participou da cobertura de 3 Copas do Mundo, 3 Olimpíadas e das últimas 3 últimas edições do Pan. Hoje é colunista do Jornal do Brasil e comenta futebol para a Bandnews FM/Rio de Janeiro e rádio Terê FM/Rio de Janeiro. É especialista em vôlei.
Opinião e informação sobre o que de mais relevante ocorre no vôlei no Brasil e no mundo.