Blog do Bruno Voloch

12/09/2009

Agora é a vez de Shelda. Quantas emoções em Barcelona.

Pensa bem, Shelda ?

Vai nos abandonar mesmo ?

Ao que tudo indica, sim.

Olha, é preciso saber e respeitar a decisão do atleta numa hora como essa.

Só ela sabe literalmente o que está sentindo. 

Dúvido muito que Shelda tenha perdido o prazer de jogar vôlei.

Isso nunca.

Apenas cansou.

Cansou de viajar pelo mundo afora.

Mas Shelda garante que no Brasil ainda vai atuar.

Será mesmo ?

Tomara que sim.

Mas a carreira está chegando ao fim, é inegável.

36 aninhos de vida, dos quais 15 dedicados ao esporte.

Shelda de duas medalhas de prata em olimpíadas.

Sydney 2000 e Atenas 2004.

As duas conquistas ao lado de Adriana Behar.

Fiel escudeira e parceira de sempre.

Shelda de seis títulos do Circuito Mundial com Adriana e um jogando com Ana Paula.

Shelda, octacampeã do Circuito Banco do Brasil.

Começou lá atrás em 1996.

Ganhou  97, 99, 2000, 2001, 2002, 2003 e em 2004.

Ana foi uma parceira e tanta para Shelda.

Deve ter aprendido muito, penso eu.

Mas Shelda nunca foi a mesma sem Adriana Behar e vice-versa.

Era estranho ver Shelda jogando sem Adriana Behar.

Mas Adriana fez sua opção em Fevereiro de 2008 perto de completar 39 anos de idade.

Hoje chegou a vez de Shelda.

Shelda de muitos prêmios individuais na carreira.

Shelda de 34 medalhas de Ouro em circuitos mundiais e 690 vitórias. 

Shelda que se agigantava com seus 1,65 de altura.

Shelda de defesas espetaculares e impossíveis.

Ser humano incrível, humilde que tive o prazer de conviver em duas Olimpíadas.

Ganhando ou perdendo ela sempre foi a mesma.

Shelda Kelly Bruno Bedê, cearense, nascida em primeiro de Janeiro de 1973.

Seu nome jamais será esquecido.

Obrigado por tudo. 

 

 


  

 

Por Bruno Voloch às 14h02

11/09/2009

Difícil encontrar palavras para falar de Juliana e Larissa

Chegou o momento de falar de vôlei de praia.

É a hora.

Acompanhei de perto todo o sofrimento de Juliana e Larissa.

É preciso incluir Larissa nessa história toda, porque junto, sofreu e sentiu demais a ausência da parceira.

Certa vez entrevistando Juliana para o Jornal do Brasil, logo depois da contusão, ela disse que Deus certamente estaria reservando para ela algo muito positivo na frente.

Pois é minha cara Juliana, veio a primeira "surpresa".

Ela até chegou a comentar comigo na ocasião que "não era para ser, por isso aconteceu aquilo comigo".

Pode ser também, mas não nos cabe julgar, e sim aceitar embora a dor tenha sido literalmente grande.

Quem poderia imaginar há um ano, que hoje vocês estariam comemorando o quarto título mundial.

Repito, quarto título mundial.

Em Curitiba, devagarinho no circuito brasileiro Juliana foi voltando.

Ganhando confiança, firmeza, mas mantendo as mesms atitudes de antes da contusão.

Juliana teve medo sim, de não voltar a jogar mais.

Juliana teve medo sim, de perder a chance da carreira e jogar uma Olimpíada.

Mas Juliana sempre teve a certeza de que sua parceira iria esperar quanto tempo fosse necessário pela sua recuperação.

Porque Juliana sem Larissa, fica sem graça.

Porque Larissa sem Juliana, fica estranho.

Meninas o quer mais a gente pode dizer numa hora como essa.

Dar os parabéns ?

Elogiar ?

Isso é nossa obrigação.

Poderia ter escrito sobre vocês na semana passada quando estavam bem perto de conquistar mais um título mundial.

Preferi não.

Melhor esperar e não pressionar, deixar as coisas acontecerem de forma natural, sem pressa.

E o momento chegou.

Esse título, meninas, precisa e tem que ter um sabor diferente para vocês.

O dia 11 de Setembro, marcado mundialmente por uma tragédia nos Estados Unidos, ficará eternamente na memória de vocês.

A vida é assim mesmo.

O sabor de conquistar 4 títulos mundiais com 3 etapas de antecedência deve msmo ser diferente do sabor de jogar uma Olimpíada, minha amiga Juliana.

Nenhuma outra dupla ganhou 8 medalhas de Ouro numa mesma temporada de circuito mundial.

Se conquistarem essa etapa, vocês entrarão para a história quebrando também esse recorde.

A dor, o sofrimento e o ressentimento ficaram para trás.

Ou vocês duvidam ainda de que algo muito bom estava reservado para as duas ?

Por Bruno Voloch às 14h17

10/09/2009

Telefone sem fio no pedido de dispensa de Gustavo

Quem me acompanha, sabe que nunca me conformei com essa história do jogador Gustavo se "aposentar" da seleção.

Se estiver em forma e com disposição, digo disposição, Gustavo é insuperável no meio.

Não existe jogar no mundo, que dirá no Brasil, com seu talento, sua técnica e suas características.

Jogador experiente e de muita, repito, muita personalidade o que por diversas vezes incomodava gente ligada a comissão técnica da seleção.

Quando a convocação é feita, a CBV ou o supervisor da seleção, toma o cuidado de avisar os jogadores chamados, antes da divulgação oficial para a imprensa.

Por isso me causa uma certa estranheza esse pedido de dispensa de Gustavo.   

Será que a CBV ou alguém ligado a comissão técnica não sabia que Gustavo estava contundido ?

Impossível.

O próprio Gustavo disse que está com contratura nas costas há mais de uma semana. 

Outra coisa.

Bernardinho é inteligente o suficiente para manter contato com quem lhe interessa e mais os principais treinadores do Brasil e do mundo para acompanhar passo a passo o comportamento dos atletas da seleção nos clubes. 

Por isso não é normal um jogador ser convocado e no dia seguinte pedir dispensa por contusão.

Pedir dispensa por problemas particulares, seria normal, mas por contusão ?

Sei não.

É difícil acreditar que ninguém soubesse que Gustavo estava contundido.

Mas Gustavo sabe literalmente onde pisa.

Se Bernardinho convocou, sinal de que precisa dele nesse momento.

Sidão, Lucão e Éder são muito novos, com futuro promissor e sem Rodrigão, esse sim lesionado no ombro, Gustavo seria a alternativa.

Alternativa ?

Um bicampeão mundial e olímpico, alternativa ?

Não.

Mas Gustavão tem crédito e como.

É respeitado demais e ninguém pode duvidar da sua índole e de seu caratér.

Diz Gustavo que as portas estão abertas para futuras convocações.

Tomara.

Bola ele tem de sobra.

Se foi chamado para simples amistosos contra os Estados Unidos, Gustavo teoricamente vai aparecer nas próximas convocações.

Certo ?       

 

Por Bruno Voloch às 20h35

09/09/2009

José Roberto Guimarães deixa de ser exclusivo e vai treinar equipe feminina na Superliga

Em 2009 não faltaram convites.

 

Osasco e São Caetano manifestaram interesse em contratar José Roberto Guimarães.

 

Mas de 2010 não vai passar.

 

Quem garante é o próprio treinador.

 

O atual comandande da seleção feminina, voltará a dirigir um time feminino no Brasil.

 

O local inclusive já foi escolhido.

 

Será em Barueri, São Paulo.

 

Segundo Zé Roberto, hoje Barueri possui todas as condições de receber uma equipe de vôlei :

 

“Barueri tem uma enorme estrutura, segura e muito bem servida em todos os sentidos. Existem hoje 14 ginásios cobertos na região. A prefeitura está atrás de investidores e tenho certeza que o projeto vai sair do papel “.   

 

A secretaria de esportes de Barueri também está em busca de parceiros e vai trabalhar de maneira conjunta com a prefeitura.

 

E o projeto de fato promete, pois a intenção é formar também um time competitivo no masculino, mas que não teria Zé Roberto como treinador.

 

O Presidente da CBV Ary Graça, inclusive já liberou Zé Roberto para trabalhar ao mesmo tempo na seleção e no clube, como já faz Bernardinho na Unilever.

 

“Ele já está sabendo e me liberou. Além de ter me liberado, o Ary está muito animado com a possibilidade real de me ver voltar a comandar um time no Brasil. Estou muito animado e já trabalhando em cima dessa possibilidade. Era um antigo desejo meu e será realizado. Em 2010 estarei de volta, não tenho dúvida nenhuma".   

Por Bruno Voloch às 09h39

08/09/2009

José Roberto Guimarães se preocupa com futuro de Natália, fala da situação de Dani Lins e afirma que futuro da seleção masculina é bem mais tranquilo

Essa semana a seleção feminina vai brigar por mais um título na temporada 2009. O Brasil jogará o Final Four contra Peru, Estados Unidos e República Dominicana. A seleção será dirigida pelo assistente técnico Paulo Cocco, já que Zé Roberto ficará em Saquarema treinando as “intocáveis” para o sul-americano no fim do mês. Nessa entrevista ao blog, Zé Roberto fala do desempenho da levantadora Dani Lins no Grand Prix, das futuras experiências que vai fazer, afirma que Natália é hoje titular da seleção brasileira, explica em que condição Paula Pequeno retorna ao grupo e comenta sobre a ausência de Jaqueline. Além disso, diz que o caminho da seleção feminina não será assim tão fácil e que a seleção masculina sim, tem “caminho livre” pela frente.

 

blog : Como foi o desempenho da Dani Lins ?

Zé Roberto : Ela sabia da responsabilidade que teria de substituir a Fofão e não é fácil. A Dani Lins me surpreendeu em alguns aspectos. Mostrou muita atitude, é uma levantadora de ótimos gestos e sempre disposta a aprender. Simples e com uma humildade incrível.

 

Você diria que ela está pronta ? 

Lógico que não . Ela tem muita ainda para evoluir, mas se mostra disposta a isso.Ela por exemplo precisa parar de se preocupar em “arrumar” de mais a bola de casa atacante.As vezes não dá para levantar na pinta e as jogadoras de ataque precisam se virar.A Dani tem a preocupação de ficar se desculpando o tempo inteiro e não é assim. Ela ainda vai aprender a distribuir melhor as bolas e não “respeitar“ demais certas atacantes. 

 

Hoje a Dani é titular da seleção ?

Sim de momento, mas definitivo não. Mas ela está no caminho certo. E olha que nosso passe foi ruim durante o Grand Prix e a Dani sofreu para arrumar essa situação.

 

E o que dizer então da Ana Tiemi  ?

A Ana fez o que deveria ser feito. Ela é muito inteligente, acima da média.Tem uma bola de primeiro tempo muito boa. Mas ainda falta velocidade de mão para ela. A Ana sabe bloquear com muita eficiência e defender bem. 

Porque você convocou então a Fabiola e não a Fernandinha ? 

É o processo natural e avisei que faria isso. A Fabiola terá a chance dela agora no final four. Tem habilidade e precisa aproveitar a oportunidade. Sobre a Fernandinha, acho que ela precisa confiar mais nas pessoas.

 

Como assim confiar nas pessoas ?   

É simples. Essa história de que a levantadora vai fazer o que tiver na cabeça não é bem assim. Ela disse ( entrevista concedida ao blog ) que não gosta dos treinadores ao lado dela o tempo inteiro passando o que ela deve fazer. Concordo em parte. Mas se o técnico está do lado de fora observa melhor e é obrigado a ajudar a levantadora ou qualquer jogadora sim. as isso ela disse porque passou uma situação ruim com alguns profissionais e talvez tenha criado um trauma. Mas as portas estão ainda abertas, desde que ela entenda como vai funcionar.

 

A Sheilla disse ao blog que a Natália pode ser uma das melhores do mundo em breve.

Você concorda ? 

Pode sim. A Natália tem muito talento, uma perna rápida demais e uma velocidade de reação fora do comum, poucas vezes vista no vôlei feminino. Ela tem os movimentos perfeitos , mas precisa aprimorar o passe e a defesa. Fora isso é muito forte fisicamente e tem um ótimo posicionamento de bloqueio.

 

O que falta ainda na Natália ? 

O vôlei brasileiro é carente de ponta passadora e se ela treinar muito passe será peça fundamental . Treinando a recepção e se continuar se dedicando a esse fundamento sem esquecer dos demais, vai sem dúvida ser uma das melhores jogadoras do mundo em pouco tempo.

 

No clube ela joga de oposta e na seleção de ponta. Isso pode atrapalhar ?  

Sim e como. Me preocupa demais. Se pudesse escolher, pediria para a Natália só jogar de ponta. Isso seria o ideal, mas o clube precisa dela na saída de rede, ou seja é complicado. A Mari sofreu com isso e para a cabeça da jogadora isso não é bom mesmo. Complica. O que não pode é ela chegar em Osasco e parar de treinar passe só porque ela vai jogar de oposta. Aí ela se complica.

 

E o que você espera da Paula ? 

A Paula se mostrou interessada, me ligava para saber da programação. Ela está voltando de contusão, terá uma temporada dura na Rússia e precisa ser analisada.

 

A Paula hoje seria titular da seleção ?  

Não . Hoje a Natália seria a titular numa ponta e a Mari na outra.

 

Entre as 12 ela estaria então ? 

Só o tempo vai dizer, mas ela tem serviços prestados, porém preciso ver como ela vai voltar. Mas não posso esquecer da Sassá e sua importância dentro do grupo. Ela dá um equilíbrio muito grande no passe, saca bem e é uma alternativa de ataque diferenciada pela sua habilidade.

 

E a Jaqueline ? Ela ficou de fora...    

A Jaqueline é outro caso, outro assunto. Ela pediu para ficar de fora por causa de compromissos pessoais. Liberei sem problemas. Tem talento, mas vai precisar correr atrás e esse ano provavelmente não volta mais.

 

Os especialistas dizem que o Brasil ganhou o Grand Prix com tranquilidade. O que você acha ?  

Não é bem assim. Ganhamos no sufoco mas com méritos. Foi um Grand Prix muito desgastante em todos os aspectos, especialmente no físico. Mas não estamos tão assim na frente das outras seleções como vocês dizem.

 

Quais as seleções que podem jogar de igual para igual com o Brasil ? 

A Rússia vai incomodar muito, pode escrever. A Gamova está jogando bem novamente, e existem duas jogadoras muito fortes tecnicamente. A Kosheleva e a Makarova. Vai sempre ser um adversário duríssimo. Ganhamos delas como poderíamos ter perdido. A Itália se passar nesse europeu vai estar na Copa do Mundo e certamente também vai darmuito trabalho. Rinieri, Picci, Aguero, Ortolani, enfim o time está muito forte, mais do que na Olimpíada de Pequim. Espere para ver. Isso sem falar na Holanda, Sérvia e a China.

 

E Cuba sumiu. Você sabe de alguma coisa ?  

Acho que o Fidel deu alguma ordem ou determinação para elas sumirem e a mídia não divulgar nada sobre a seleção. Fico preocupado. Quando elas voltam aparecem com novidades e surpresas desagradáveis. É bom ficar de olho.

 

A Fabi foi criticada nesse Grand Prix. O que aconteceu com ela ? 

A Fabi teve um problema no tornozelo sério e isso atrapalhou a vida dela no Grand Prix. Fora isso sem a Sassá e o esquema de jogo atual da seleção com a Mari e a Natália, ela fica muito sobrecarregada no passe. Mas é uma menina de personalidade e que tem a confiança do grupo no momento.  

 

E porque você não usou a Camila ?   

A Camila é muito jovem ainda e poderia queimar a jogadora. Mas tem futuro, sem dúvida. Precisa ser usada na hora certa, só isso.   

 

Nossas centrais, Thaisa e Fabiana são as melhores do mundo hoje em dia ?

Não gosto de as melhores do mundo. Acho que a Thaisa e a Fabiana estão entre as 5 melhores na atualidade.

 

Podemos ter novidades em breve na seleção ? 

Gostaria muito de poder ver a Ivna da seleção juvenil em ação, mas ela está se recuperando de uma operação no joelho. Essa Natália, meio do São Caetano é muito interessante. Vai dar trabalho. A Adenízia quando foi preciso entrou bem e deu conta do recado. Temos a Lia que é canhota, joga na saída de rede, bloqueia e saca um viagem muito bom. Vamos observar essas e outras meninas nesse final four.

 

E o que você pode falar sobre a masculina como amante do vôlei ? 

É uma geração muito forte. Vejo em destaque o Vissoto, Lucas, Bruno e o Thiago Alves. Algumas seleções mudaram muito como os Estados Unidos. A Sérvia está com o time envelhecido e a Bulgária é sempre uma pedra no sapato do Brasil. Falam muito da Rússia, mas a Rússia tem uns caras da minha época ainda de masculino. O segundo levantador deles é o Khamuttskikh. Fora ele tem o Kazakov, ou seja, não dá. A Rússia com eles não ganha do Brasil e campeonato nenhum. O Brasil não tem adversários de nível e caminho livre para renovar e ganhar.  

O que você quer dizer com isso ?

Que o caminho do masculino sem dúvida é bem mais fácil que o nosso. É só ver as dificuldades do Brasil na Liga Mundial e a nossa no Grand Prix. Os dois ganharam, mas nós tivemos muito mais dificuldades do que eles.   

 

 

 

Por Bruno Voloch às 09h00

07/09/2009

Equilíbrio marca premiação do mundial infanto masculino

 7 prêmios individuais foram distribuídos no mundial-infanto disputado na Itália.

7 jogadores diferentes ficaram com as premiações, situação curiosa e atípica nos mundias da categoria.

O MVP do mundial foi o sérvio Aleksandar Atanasijevic, maior pontuador da decisão contra o Irã.

O maior pontuador foi o italiano Luca Vettori.

Masahiro Yanagia do Japão foi eleito o melhor atacante da competição.

Sebastian Sole, central da Argentina, recebeu o prêmio de melhor bloqueador.

Ahmed Kerboua da Argélia terminou com o melhor saque do torneio.

Ahmed El Sayed do Egito ficou na frente como melhor levantador do mundo na categoria.

E Antoni Llabres da Espanha o líbero mais eficiente. 

O Brasil que terminou na nona colocação não teve nenhuma indicação nas premiações individuais.

A Sérvia que derrotou o Irã na final por 3 a 2 ficou com a medalha de Ouro. A Argentina com o bronze depois de vencer a Rússia por 3 a 0.

A Espanha venceu a Tunísia por 3 a 1 e ficou em quinto lugar.

A Índia fez 3 a 1 na Itália e acabou em sétimo lugar.  

Os Estados Unidos ficaram em décimo lugar.

A Polônia em décimo primeiro, França em décimo segundo, Egito na décima terceira colocação, Japão em décimo quarto, Porto Rico em décimo quinto e a Argélia na décima sexta posição.

Por Bruno Voloch às 10h49

06/09/2009

Em partida emocionante, Sérvia derrota Irã e conquista campeonato mundial infanto-juvenil

A Sérvia é campeã mundial infanto-juvenil masculino.

A Sérvia derrotou o Irã por 3 sets a 2 na decisão jogada na cidade de Jesolo na Itália.

Curiosamente, os 4 primeiros sets tiveram o mesmo tempo de duração.

24 minutos.

A Sérvia começou melhor a partida abrindo 1 a 0 com a parcial de 25/22.

O Irã não desanimou e empatou o jogo com 25/20.

Entusiasmados, os iranianos viraram o jogo no terceiro fazendo 25/17, no set mais tranquilo da final.

O quarto set foi inteiro dominado pela Sérvia que ganhou com autoridade por 25/20.

O quinto e decisivo set foi muito nervoso.

A Sérvia ficou na frente até o sexto ponto.

O Irã passou no marcador pela primeira vez com 7 a 6.

Se manteve na frente até 9 a 8.

Foi a vez da Sérvia virar com 10 a 9.

Nessa altura da partida, o oposto da sérvia Aleksandar Atanasijevic fazia seu vigésimo quarto ponto no jogo.  

A Sérvia abriu 12 a 9 ficando muito próxima do título.

Manteve a liderança com 13 a 10.

E fechou o jogo, a decisão e o mundial com 15/11 no quinto set.

Milutinovic fez 14 pontos e foi o segundo maior pontuador da Sérvia.

A Sérvia conquistou a medalha de Ouro e na campanha sofreu apenas duas derrotas.

Na primeira fase no grupo B, a Sérvia derrotou o Japão por 3 a 2, os Estados Unidos por 3 a 0 e perdeu para o Irã por 3 a 0.

Na segunda fase no grupo E, a Sérvia perdeu para a Argentina por 3 a 2, venceu a Itália por 3 a 0 e a Índia também por 3 a 0.

Na semifinal, vitória de 3 a 0 contra a Rússia.

No total, a Sérvia jogou 8 jogos e conquistou 6 vitórias.   

     

Por Bruno Voloch às 15h10

Argentina é bronze no mundial infanto-juvenil masculino

Se no futebol o fim de semana foi doloroso para os argentinos, no vôlei, eles conseguiram uma medalha inédita.

A seleção argentina derrotou a Rússia por 3 sets a 0 e ficou com a medalha de bronze no campeonato mundial infanto-juvenil masculino.

O jogo aconteceu em Jesolo na Itália.

A Argentina fez 25 a 22 no primeiro set.

Ganhou apertado o segundo por 30 a 28.

E fechou o jogo com 25/22 em uma hora e vinte minutos.

Gonzalo Quiroga anotou 17 pontos e Ivan Castellani fez 16.

A Argentina fez 15 pontos de bloqueio nos 3 sets.

Foi a primeira vez na história, que a Argentina consegue uma medalha nas categorias de base.

 

Por Bruno Voloch às 12h06

Sobre o autor

Carioca, tem mais de 20 anos de profissão. Iniciou a carreira na extinta TV Manchete em 1988. Foram 6 anos até ser contrato pela Band Rio em 1994. No ano seguinte estava no Sportv/Globo onde foi idealizador e apresentador do programa Supervolley. Atuou como repórter de 1995 até 2003, e participou da cobertura dos campeonatos brasileiros de 1995 a 2003 em jogos ao vivo. Em 2004 se transferiu para o Bandsports, onde criou e comandou os programas "Roda de vôlei "e Linha de 3". Foi apresentador e comentarista de vôlei e basquete do canal. Em 2008 acumulou a função de diretor de jornalismo até setembro de 2009. De 2007 até 2009 foi colunista da rádio Bandnews FM do Rio e trabalhou nos jornais Lance e Jornal dos Sports. Participou da cobertura de 3 Copas do Mundo, 3 Olimpíadas e das últimas 3 últimas edições do Pan. Hoje é colunista do Jornal do Brasil e comenta futebol para a Bandnews FM/Rio de Janeiro e rádio Terê FM/Rio de Janeiro. É especialista em vôlei.

Sobre o blog

Opinião e informação sobre o que de mais relevante ocorre no vôlei no Brasil e no mundo.

Histórico

© 1996-2009 UOL - O melhor conteúdo. Todos os direitos reservados.