Blog do Bruno Voloch

24/10/2009

Campeonato Carioca feminino é exatamente o retrato da federação

É lamentável.

Mas é a dura e real situação do vôlei no estado do Rio de Janeiro.

Começa nessa Domingo dia 25 de Outubro o campeonato carioca adulto feminino.

Quissamã e Macaé abrem o torneio domingo, no Ginásio Municipal de Quissamã.

O carioca terá a participação de 4 equipes.

Isso mesmo, você não leu errado.

4 equipes.

Unilever, virtual campeão, Quissamã, Macaé e Tijuca.

A final está marcada para o dia 11 de Novembro.

Fiz questão de ressaltar as datas para que o nobre leitor veja a duração do campeonato.

Cerca de 20 dias e isso esticando ao máximo a competição.

Como é triste.

A federação carioca primeiramente deveria agradecer todos os dias por ter o Unilever ainda no estado.

É o único time capaz de atrair a mídia e através disso trazer algum tipo de interesse de nossa parte.

Lógico que o campeonato será ganho pelo Unilever.

Não sei ao certo como as jogadoras e o clube se sentem jogando um torneio dessa espécie, sinceramente.

Não posso menosprezar e desrespeitar as demais equipes e seus profissionais, até porque o campeonato aconteceria com ou sem a presença do Unilever.

Mas fico imaginando que tipo de apoio essa gente deve ter da federação carioca.

Onde estão Botafogo, Flamengo e Fluminense ?

Botafogo vinte e duas vezes campeão no masculino e o Fluminense vinte e quatro vezes ganhador no feminino.

Não falo nem dos times adultos, mas porque não jogam com times juvenis ?

O campeonato feminino juvenil é jogado por 5 times.

Botafogo, Flamengo, Fluminense, Tijuca e UFRJ.

A base com 5 times ?

Que futuro é esse da federação ?

Sorte deram o treinador Bernardinho, a líbero Fabi, a levantadora Dani Lins, a meio-de-rede Carol Gattaz e a ponteira Joycinha, que estão na seleção e escaparam dessa.

Sobrou para Érika, Regiane, Monique, Michelle, Amanda, Carolina, Dani Oliveira, Mara, Camilla Adão e a líbero Luiza.

Imagino o que passa na cabeça delas. Mas ganham para isso e são profissionais, portanto precisam entrar em quadra.

E é exatamente isso que vão fazer.

Entrar em quadra e cumprir o regulamento que é jogar.  

Até que para uma ou duas desse time está de bom tamanho jogar contra essas equipes, porque na Superliga vão apenas acumular milhas nas viagens.

O que a gente se pergunta é porque o vôlei do Rio chegou a esse ponto ?

Chegou porque é mal administrado, está com a federação falida e parou no tempo.

Chegou porque desde 1992 tem no poder o mesmo Presidente.

Isso mesmo, desde 1992 Carlos Reinaldo Souto é o Presidente.

Só mesmo no Brasil, mas esse exemplo no esporte é comum e essa lição Souto aprendeu bem.

Há 17 anos no poder.    

Ele conseguiu a proeza de deixar dois anos de buraco na federação.

Em 1996 e 2002 não tivemos campeonato feminino.

Verdade, podem acreditar.

Desde 2004 quando a extinta equipe do Rexona se mudou para o Rio de Janeiro, "salvou" o carioca e claro ganhou tudo.

Desde 2000, falando do masculino, ano em que o Vasco ainda jogava, não temos um torneio de verdade.

Quanta saudade dos tempos de Supergasbrás, Lufkin, Rioforte, Bradesco, Olympikus e dos grandes como Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco fortes e independentes.

O que ganham esses clubes federados para manter Souto no poder ?

Aliás, hoje existem 18 clubes filiados.

América, AABB, Miraflores, Automóvel Clube, Botafogo, Canto do Rio, Monte Sinái, Flamengo, Fluminense, Vasco, Grajaú, Macaé, Hebraica, Cordeiro, Petrópolis, Mackenzie, Quissamã e Tijuca.       

3 jogarão o campeonato e o Unilever de convidado, porque no próprio site oficial da federação, o time de Bernardinho não aparece como filiado.

O espaço está aberto através do blog.

Das duas, uma.

Todos os clubes são coniventes ou ainda não deram o grito de liberdade.

Normal essa situação não é.    

Por Bruno Voloch às 09h40

22/10/2009

Trentino de Leandro Vissoto segue líder isolado na Itália

Após a sétima rodada do primeiro turno, o Trentino do brasileiro Leandro Vissoto, continua na frente no campeonato italiano.

O time lidera o torneio com 18 pontos e na última rodada derrotou o Taranto por 3 sets a 0.

Leandro marcou 17 pontos. No Taranto jogam os brasileiros Cléber, Rivaldo e Manius.

Rivaldo fez 16 pontos, Manius e Cléber 7 pontos cada.

Foi a sexta vitória do Trentino no campeonato. O Taranto é apenas o sétimo colocado com 10 pontos.

Com 5 pontos de João Paulo Bravo, o Piacenza fora de casa venceu o Forlì por 3 a 0 e está em quarto lugar com 13 pontos.

O Sisley Treviso de Ricardinho perdeu para o Modena por 3 sets a 1. O Treviso ainda está em terceiro lugar.

Nos demais resultados da rodada, o Cuneo derrotou Perugia por 3 sets a 2. O Valentia fez também 3 a 2 em cima do Loreto. 

O Monza aplicou 3 a 0 no Latina e fora de casa o Verona de virada ganhou por 3 a 2 do Pineto do levantador Royal. 

O Pineto segue em último e é o único time que ainda não venceu.

O Macerata em oitavo com 9 pontos folgou na rodada.

Por Bruno Voloch às 22h29

Cubana naturalizada italiana, Taismary Aguero, não joga mais pela seleção

A Itália perde uma de suas principais jogadoras para a Copa do Mundo e o mundial de 2010. 

A cubana naturalizada italiana, Taismary Aguero, confirmou que não vai mais jogar pela seleção.

A última participação da jogadora na seleção azurra foi no início do mês quando a Itália ganhou o campeonato europeu.

Aguero fez contato direto com o treinador Massimo Barbolini e comunicou que não vai mais atuar pela seleção.

A jogadora disse que não vai nem jogar a Copa dos Campeões em Novembro no Japão.

Barbolini disse que foi pego de surpresa com a decisão de Aguero, mas que não iria forçar nenhuma jogadora a ficar na seleção. Aproveitou para agradecer tudo que a atleta fez pela Itália nesses anos todos.

O treinador fez questão de elogiar Aguero, disse que ela foi sempre uma atleta exemplar e que é necessário aprender a respeitar a decisão da jogadora e não ficar procurando justificativas.  

A jogadora prometeu, segundo ele, dar uma entrevista coletiva em breve para explicar os motivos da decisão. 

 

Por Bruno Voloch às 13h34

Fabiana aprendeu a lição e virou peça chave na seleção brasileira

A notícia não chegou a ser surpreendente, mas não foi boa.

Fabiana fora da Copa dos Campeões.

A jogadora já tinha ficado sem jogar os últimos jogos pela seleção por causa do problema no ombro e também não atuou no sul-americano de clubes onde o Sollys/Osasco derrotou o Unilever.

A história dela mostra como as coisas devem acontecer no esporte.

Não vou fugir a responsabilidade porque nunca foi meu feitio. E sempre serei assim.

Cansei de criticar Fabiana desde os tempos em que ela ainda jogava no Minas.

Disse que a jogadora precisava amadurecer, chamar mais o jogo para ela e crescer em alguns fundamentos como o passe por exemplo, embora não execute essa função.

No Minas ainda era muito nova e o próprio time mineiro ainda não disputava títulos.

Com a ida para o extinto Rexona a cobrança aumentou, até porque Fabiana foi convocada para a seleção.

E mais. Com o passar do tempo, virou titular ao lado de Walewska.

Disse muitas vezes que Fabiana errava sempre na hora agá e que sumia nos momentos cruciais dos sets.

E pude constatar essa situação várias vezes, no clube e na seleção.

Mas era apenas o tal do processo de amadurecimento. A coragem não demorou para aparecer.

Fabiana ganhou corpo e personalidade e o fato de ter trabalhado ao mesmo tempo com Bernardinho e Zé Roberto foi fundamental para o crescimento dela no esporte.    

Melhor. Fabiana, diferente de muito atleta e treinador por aí, soube entender as críticas e aprendeu com elas com seu jeito humilde de ser.

Percebeu, embora influenciada no clube, que não era nada pessoal.

Lembro bem de Joycinha que me ajudou no primeiro contato com Fabiana e pude perceber quem era essa menina.

Fabiana não mudou, mesmo depois do Ouro olímpíco em Pequim.

Ela começa, já era tarde, a responder pelos seus atos e ter identidade própria.

Fico feliz e você Fabiana, também deveria ficar.

Sei no íntimo qual era sua verdadeira intenção no fim da temporada passada, mas acho que no ano que vem você vai conseguir e assim se "libertar" um pouco. 

As vezes a gente é mal interpretado por falar bem ou mal de alguns profissionais. Mas faz parte e também estamos acostumados.

Nada vai alterar nossa maneira de trabalhar.

Mas faço questão de dizer que Fabiana é hoje peça fundamental na seleção brasileira.

Vai fazer muita falta e lógico que o estilo de Adenízia ou Carol é diferente.

O Brasil perde no bloqueio e no ataque.

Isso é desfalque.

Seria mais preocupante se o Brasil fosse enfrentar Rússia, China ou Holanda por exemplo, o que não será o caso. 

A Copa dos Campeões deve também ser um torneio de um jogo só.

Brasil e Itália, que vão fazer a final.

Portanto até me arrisco a dizer que em um jogo o desfalque possa não ser tão sentido.

Não seria leviano e injusto de falar dessa menina, Natália Martins, porque vi jogar muito pouco.

Mas me parece que vai para completar o grupo e com poucas chances de atuar de fato.

Se tiver a mesma cabeça de Fabiana e aceitar um conselho, aí vai.

Aproveite a oportunidade especialmente nos treinamentos e no convívio com o grupo.

Você estará sendo testada e observada a todo instante não só em jogos.     

Por Bruno Voloch às 09h40

20/10/2009

Vitória do Sollys/Osasco contra Unilever continua sendo tema de discussão

A decisão do sul-americano entre Sollys/Osasco e Unilever ainda é tema de discussão.

Foi apenas o primeiro jogo da temporada 2009/2010 entre as equipes e para muita gente, incluindo os blogueiros, dessa vez Osasco conquista o brasileiro.

Aliás, queria agradecer. Afinal passamos de um milhão de acessos ao blog.

Fico feliz e envaidecido com tantos acessos e espero poder compartilhar dessa ferramenta por muito tempo.

Acho de fato meio precipitado alguns comentários de torcedores paulistas entusiasmados com a vitória. Direito deles, devo lembrar, mas ainda é cedo.

Alguns fatos precisam ser levados em consideração.

A ausência de Fabiana tem um peso enorme. Fabiana faz falta na seleção que dirá no Unilever.

Dani Suco pode ter talento, futuro, mas não chega perto de Fabiana em nenhum sentido.

Dani fez seu trabalho direito e não comprometeu diga-se de passagem, mas Fabiana faz a diferença.

O time perde no bloqueio e muito no ataque.

Ninguém pode garantir que se Fabiana tivesse jogado o Unilever teria ganho.

Mas posso dizer que o jogo teria sido mais equilibrado, isso seria.

Outra diferença estava no banco.

Ou melhor, deveria estar no banco.

Entendo perfeitamente que Hélio tenha treinado o time durante o período em que Bernardinho estava com a seleção. Da maneira como as coisas são feitas no time carioca, essa é a filosofia e precisa ser respeitada.

Mas tudo tem um preço.

Ninguém me convence do contrário.

Se Bernardinho estivesse dirigindo o time na final a história poderia também ser outra. 

Bernardinho é a cara do time. Tem o respeito das jogadoras, "assusta" as adversárias e querendo ou não pressiona de forma psicológica com sua presença a arbitragem.

Mas o Unilever pensa diferente. Questão de prestígio talvez.

Mas contra Osasco essas vaidades precisam ser deixadas de lado.

Sei o quanto deve doer para Unilever perder para Osasco. Agora é passado.

Não acredito que na Superliga as coisas sejam iguais.

Unilever será completamente diferente, com mais atitude, agressividade e completo em quadra.

Outro ponto que foi determinante a favor de Osasco.

Era nítido que Osasco tinha muita mais ritmo de jogo. Osasco está em plena atividade disputando o campeonato paulista enquanto Unilever aguardo o campeonato carioca começar.

Isso se a federação do Rio arrumar alguns "gatos pingados" de convidados.

Se não, acho difícil rolar alguma coisa.

Todo jogo tem um ganhador e não gosto e não vou tirar os méritos de Osasco.

Gostei muito da líbero Camila e da levantadora Carol.

Jaqueline reapareceu bem.

Muitos blogueiros perguntaram se não iria comentar da Jaqueline ter sido eleita a MVP do sul-americano.

Claro que sim.

Acho pouco perto do que Jaqueline pode alcançar.

Mas é um bom início.

Nada além disso, sinceramente.

Jaqueline pode e deve apresentar muito mais.

Não podemos e não vamos esquecer que o sul-americano é um campeonato de um jogo só.

Portanto ninguém pode se achar pronto por causa de um jogo.

Nem time, nem jogadora.

Mas que Osasco tirou um peso das costas, isso tirou e talvez comece a temporada muito mais leve.   

Por Bruno Voloch às 14h14

19/10/2009

Sollys/Osasco conquista Sul-Americano com vitória tranquila sobre Unilever

O tão esperado equilíbrio na decisão do sul-americano feminino de clubes não aconteceu.

No primeiro encontro da temporada 2009/2010 entre as principais equipes do Brasil, deu Sollys/Osasco.

Na final do sul-americano em Lima no Peru, o time paulista venceu por 3 sets a 1.

Esse foi o a primeira conquista de Osasco com o novo patrocinador.

O Unilever começou a partida sem Fabiana que ainda se recupera de uma lesão no ombro. Com isso, Dani Suco entrou como titular ao lado de Dani Lins, Joycinha, Regiane, Érika, Carol Gattaz e a líbero Fabi.

Bernardinho acompanhou o jogo apenas como assistente técnico, deixando o comando do time para Hélio Griner.

Pelo Sollys/Osasco, do técnico Luizomar de Moura, escalou Carol Albuquerque, Natália, Jaqueline, Sassá, Thaisa, Adenízia e a líbero Camila Brait .

No primeiro set Osasco venceu por 25/19.

O jogo foi paralisado por falta de energia no ginásio quando Osasco vencia por 13 a 12.

Sassá foi o destaque do set.

No segundo set Osasco manteve o ritmo e ganhou novamente.

A levantadora Carol, numa bola de segunda fez 25/17.

Displicente, Osasco voltou mal no terceiro set.

O Unilever soubre aproveitar e venceu com extrema facilidade.

O time carioca chegou a abrir 20 a 11 num ataque de Joycinha.

A vitória no set veio em um erro de combinação do Osasco. 25/12.

Thaísa voltou como titular no quarto set pelo lado do Osasco e já na primeira para técnica Osasco tinha 8 a 5.

Unilever reagiu e chegou a estar na frente com 11 a 9. Luizomar sacou novamente Thaísa do time colocando Andreia na equipe.

A alteração deu certo e Osasco retomou o controle do jogo fazendo 16 a 13 na segunda parada.

Unilever tentou se manter no jogo com Monique no lugar de Joycinha e Amanda no de Érika.

Mas não deram certo as mudanças do treinador.

Regiane parou em bloqueio de Andréia dando 22/16 para Osasco.

No fim do jogo, Thaísa voltou para sacar na vaga de Andréia.

Um bloqueio simples de Carol Albuquerque em Regiane fechou a partida com 25/18.

Sollys/Osasco, campeão do sul-americano de clubes.

     

Por Bruno Voloch às 08h26

18/10/2009

Leon, de apenas 15 anos de idade, é eleito melhor jogador da Norceca

Além de ter conquistado a Norceca, Cuba dominou a premiação dos melhores da competição.

Wilfredo Leon de 15 anos e 2 metros de altura foi eleito o MVP do torneio.

O maior pontuador foi Jose Caceres da República Dominicaca.

Roberlandy Simon de Cuba acabou como principal bloqueador da Norceca.

Evan Patak acabou sendo o único representante dos Estados Unidos. O jogador teve o melhor saque.

Raydel Hierrezuelo também de Cuba foi escolhido melhor levantador e Gregory Berrios de Porto Rico ganhou como recepção e líbero.

A classificação final teve Cuba em primeiro lugar e classificada para a Copa dos Campeões.

Estados Unidos em segundo, Porto Rico ficou em terceiro, Canadá em quarto lugar, México em quinto, República Dominicana na sexta posição, Barbados em sétimo e Panamá em último lugar. 

Por Bruno Voloch às 20h41

Cuba conquista título da Norceca e se classifica para a Copa dos Campeões

A seleção de Cuba conquistou o título da Norceca ao derrotar os Estados Unidos por 3 sets a 1.

O jogo aconteceu em Bayamon, Porto Rico.

As parciais foram de 25/21, 22/25, 25/21 e 25/22.

O título garantiu aos cubanos o direito de jogar a Copa dos Campeões em Novembro no Japão.  

Cuba ganhou da forma invicta o décimo quarto título da Norceca.

Leon foi o destaque de Cuba com 24 pontos.

Michael Sanchez contribuiu com 14 e Roberlandy Simon fez 11 pontos.

Evan Patak foi o maior pontuador norte-americano com 14 acertos.

Na disputa pelo bronze, Porto Rico derrotou o Canadá no tie-break, parciais de 25/16, 24/26, 25/20, 22/25 e 15/9.

Por Bruno Voloch às 18h14

Sobre o autor

Carioca, tem mais de 20 anos de profissão. Iniciou a carreira na extinta TV Manchete em 1988. Foram 6 anos até ser contrato pela Band Rio em 1994. No ano seguinte estava no Sportv/Globo onde foi idealizador e apresentador do programa Supervolley. Atuou como repórter de 1995 até 2003, e participou da cobertura dos campeonatos brasileiros de 1995 a 2003 em jogos ao vivo. Em 2004 se transferiu para o Bandsports, onde criou e comandou os programas "Roda de vôlei "e Linha de 3". Foi apresentador e comentarista de vôlei e basquete do canal. Em 2008 acumulou a função de diretor de jornalismo até setembro de 2009. De 2007 até 2009 foi colunista da rádio Bandnews FM do Rio e trabalhou nos jornais Lance e Jornal dos Sports. Participou da cobertura de 3 Copas do Mundo, 3 Olimpíadas e das últimas 3 últimas edições do Pan. Hoje é colunista do Jornal do Brasil e comenta futebol para a Bandnews FM/Rio de Janeiro e rádio Terê FM/Rio de Janeiro. É especialista em vôlei.

Sobre o blog

Opinião e informação sobre o que de mais relevante ocorre no vôlei no Brasil e no mundo.

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