Blog do Bruno Voloch

05/06/2010

Fei marca 29 pontos e Itália derrota França por 3 a 2

Alessandro Fei fez a diferença no segundo jogo da Itália na Liga Mundial.

O jogador do Sisley Treviso marcou 29 pontos, mais do que um set inteiro, e terminou como o maior pontuador da Itália na vitória por 3 sets a 2 em Modena.

A Itália abriu 2 a 0 com 25/22 e 25/23, a França reagiu com 31/29 e 26/24 e no quinto set a Itália fechou com 15/10. O jogo durou duas horas e o desempenho dos italianos no bloqueio chamou a atenção. Foram 17 pontos nesse fundamento nos 5 sets, contra apenas 9 da França. Só o central Simome Buti fez 8 pontos de bloqueio.

Com as duas vitórias no fim de semana, a Itália alcança 5 pontos e vai se preparar agora para enfrentar a China também em casa. A França recebe nos dias 10 e 12 a seleção da Sérvia. 

 

 

   

Por Bruno Voloch às 15h57

Egito protagoniza primeira zebra da Liga Mundial

Já na primeira rodada a Liga Mundial começa a apresentar resultados surpreendentes. E a Finlândia foi a vítima inicial.

Jogando em Tampere, a Finlândia foi derrotada pelo Egito por 3 sets a 2. A seleção da Finlândia ainda fez 1 a 0 com 25/23, mas sofreu a virada com 24/26 e 16/25. No quarto set o time da casa ainda fez 25/20, mas perdeu o tie-break por 15/13.

As duas seleções jogam novamente no domingo em Tampere. A Rússia lidera o grupo C com duas vitórias e 6 pontos ganhos.  

  

Por Bruno Voloch às 15h46

Murilo foi o 'cara' da seleção na primeira rodada

Dois jogos, 9 sets, duas vitórias, 5 pontos ganhos e 1 perdido. O saldo da primeira rodada para a seleção foi positivo.

Murilo foi o melhor jogador do Brasil nas partidas contra a Bulgária. Regular, efetivo no saque e no ataque e equilibrado no passe. Longe o destaque da seleção brasileira.

Leandro Vissoto melhorou na segunda partida, mas pode render bem mais. Vissoto é talentoso, habilidoso, mas ainda está longe de apresentar o mesmo desempenho que mostra no Trentino.

Giba rodou poucas bolas e mostrou a categoria de sempre mesmo visivelmente longe de suas condições físicas ideais. Giba e Murilo são semelhantes no estilo de jogo, alternam força e jeito, e quando necessário exploram o bloqueio.

Sandro e Wallace sentiram o peso da camisa da seleção mas cumpriram bem o papel na inversão. Thigo Alves quando foi chamado fez sua parte no saque.

Os centrais Sidão, Rodrigão e Lucão estiveram no mesmo nível. Me agradou muito o desempenho de Sidão, atuando com alegria, personalidade e muito concentrado.  

Pela Bulgária Kaziyski, Nikolov e Aleksiev foram os melhores, mas a entrada do 19, Sokolov, mudou a cara da segunda partida e fez o Brasil perder o primeiro ponto na competição.          

Por Bruno Voloch às 15h03

Arbitragem foi o ponto negativo nas vitórias do Brasil

Antes de falar do desempenho do Brasil na segunda partida, não posso deixar passar em branco a fraca atuação da arbitragem.

Stahl dos Estados Unidos e Davidson do Canadá erraram demais, acima do permitido para um jogo de Liga Mundial e irritaram os dois treinadores. Foram vários lances nos dois jogos, erros gritantes e marcações equivocadas. Bernardinho e Silvano Prandi, cada um a sua maneira, tiveram razão nas reclamações.

O jogo de sábado foi pior. Bola dentro marcada como fora a favor do Brasil e uma condução absurda do levantador Búlgaro que não foi marcada a nosso favor. 

A péssima arbitragem, é bom dizer e deixar claro, não interferiu nos resultados das partidas. Mas é um detalhe que passa a preocupar nas próximas rodadas da Liga Mundial.

Por Bruno Voloch às 14h24

Seleção fez o dever de casa e precisa estar atenta ao regulamento

Digamos que a seleção cumpriu sua obrigação. Jogamos para o gasto, superamos as dificuldades naturais e conhecidas de uma estreia e o mais importante foi vencer as duas partidas contra a Bulgária.

A Bulgária teoricamente será nosso principal adversário dentro do grupo A e conseguiu 1 ponto dos 6 que disputou no Brasil. É pouco, mas o ideal seria que a seleção tivesse vencido sem perder pontos. Esse regulamento é perigoso e o ponto perdido pode custar caro lá na frente.

Vale sempre a gente lembrar que a vitória por 3 a 1 ou 3 a 0 vale 3 pontos e mesmo vencendo por 3 a 2 o ganhador fica com 2 pontos e perdedor com 1. Foi exatamente o caso do segundo jogo disputado no sábado.

A seleção sentiu a falta de ritmo de jogo e evidente que jogou bem abaixo do que pode e com certeza vai apresentar nos próximos jogos. É apenas início de trabalho, mas começar vencendo é sempre importante, ainda mais derrotando um adversário de qualidade com a Bulgária.

As vitórias vão dar confiança aos mais jovens e a tranquilidade necessária para a sequência do trabalho. 

Por Bruno Voloch às 14h07

Mikhaylov brilha e Rússia faz 3 a 1 nos Estados Unidos

A Rússia segue 100% na Liga Mundial.

Neste sábado, jogando em casa, a seleção russa venceu novamente os Estados Unidos, mas dessa vez por 3 sets a 1. As parciais foram de 25/14, 25/22, 21/25 e 25/21. A Rússia perdeu seu primeiro set na competição e lidera o grupo com 6 pontos.

Maxim Mikhaylov fez 23 pontos e foi o maior pontuador da partida. Mikhaylov tem 22 anos, joga no Yaroslav e ganhou a medalha de bronze na liga passada. Mikhaylov estava no time russo medalha de bronze na olimpíada de Pequim em 2008.

Na próxima rodada da Liga Mundial, a Rússia enfrenta o Egito nos dias 11 e 12 de junho na cidade de Kaliningrad. Os norte-americanos seguem na Europa e viajam até Tampere para encarar a Finlândia.   

 

Por Bruno Voloch às 11h15

Holanda vence Coreia com facilidade por 3 a 0

Pelo grupo A, mesmo de Brasil e Bulgária, a Holanda começou a Liga Mundial derrotando a Coreia por 3 sets a 0.

O jogo aconteceu na cidade de Suwon e durou apenas uma hora e dez minutos. A Holanda fez 25/23, 25/21 e 25/20.

A seleção holandesa marcou 17 pontos de bloqueio no jogo e Niels Klapwijk foi o maior pontuador da partida. O renovado e alto time da Holanda teve ainda como destaques Dick Kooy e o capitão Rob Bontje.

Coreia e Holanda voltam a jogar neste domingo também em Suwon.

 

Por Bruno Voloch às 09h39

03/06/2010

Liga Mundial não é prioridade para as principais seleções

É sempre assim. Em ano de campeonato mundial, a liga mundial acaba ficando em segundo plano e longe de ser prioridade para as principais seleções do mundo.

É evidente que existem as exceções, caso específico da Argentina que vai sediar as finais da competição e encara a liga com a maior seriedade possível.

Mas a liga desse ano, especialmente a fase de classificação, vai servir para os treinadores fazerem suas experiências, testarem jogadores e formações diferentes. Muitas seleções não estão contando com a força máxima e devem atuar com desfalques.

Brasil, Estados Unidos, Rússia, Sérvia e Itália são alguns exemplos.

Outras seleções vão fazer justamente o papel inverso e querem aproveitar a liga para ganhar experiência internacional e entrosar o time visando o mundial da Itália. Cuba, Polônia, Bulgária e a própria Argentina se enquadram nesse perfil.  

Penso que será uma liga mundial com muitas zebras, resultados apertados e com novos nomes aparecendo no cenário mundial.

A maioria dos técnicos passou pelo mesmo problema, ou seja, o pouco tempo de treinamento para o primeiro jogo da liga mundial. Ganhar é sempre importante, mas se a gente for perguntar para qualquer treinador, é lógico que a preferência é conquistar o mundial da Itália. 

No caso do Brasil temos uma cultura diferente da maioria dos países. O vôlei masculino nos acostumou com títulos, vitórias e quebras de recorde. É difícil aceitar ver o Brasil fora do pódio como aconteceu em 2008 em pleno Rio de Janeiro.

E em 2010 a liga terá um aperitivo especial. Brasil e Itália estão empatados com 8 títulos cada e quem vencer, se algum deles vencer, ficará como o grande vencedor de todos os tempos da competição que completa 20 anos.

O Brasil tem muito mais time que a Itália e é novamente um dos favoritos ao título. 

Mas o torcedor deve ir se acostumando com a possibilidade de ver o Brasil enfrentando algumas dificuldades nesse início de caminhada. A tendência é que os jogadores sofram com o entrosamento e a falta de ritmo de jogo, algo absolutamente natural nas primeiras rodadas.

Nessa primeira fase teremos a Bulgária, Holanda e Coreia como adversários. A tabela facilita a vida do Brasil com os 6 primeiros jogos em casa, mas fazer o primeiro jogo contra a Bulgária não foi nada interessante.

Como apenas o primeiro colocado de cada grupo se classifica direto para a segunda fase da liga, é muito provável que a briga fique mesmo entre Brasil e Bulgária. Holanda e Coreia devem ser apenas coadjuvantes.   

Por Bruno Voloch às 19h04

Semelhanças entre Copa do Mundo e Liga Mundial

Dizem que o Brasil para durante a Copa do Mundo. Pode ser. A programação de bancos, repartições públicas e até escolas são alteradas em função dos horários dos jogos da nossa seleção.

Mas o vôlei, assim como em 2006, segue seu calendário normal, dando aparantemennte pouca importância ao evento.

É claro que não existe termos de comparação entre Copa do Mundo e a Liga Mundial, competição que vai acontecer paralelamente ao mundial da África do Sul. Mas a FIVB pensa como os dirigentes da FIA e procura valorizar seu produto. A Fórmula 1 vai correr literalmente durante a Copa do Mundo e a Liga Mundial também não mudará nenhuma das datas já pré-estabelecidas por causa da competição.

A FIVB, federação internacional de vôlei, não está errada. Dos 16 países que vão jogar a liga desse ano, pouco mais da metade também estarão envolvidos com a Copa do Mundo de futebol. Bulgária, China, Cuba, Egito, Finlândia, Polônia e Rússia não estarão no mundial de futebol e terão a liga como principal atração nos próximos dois meses.

Pensando assim, não seria mesmo lógico mudar um calendário inteiro.

É evidente que algumas adequações foram necessárias em países como Argentina, Brasil, Itália e Alemanha, já que estão envolvidos diretamente nas duas competições. Não seria nada interessante para o vôlei, brigar com o futebol, esporte número 1 nos países citados. Nesse caso, datas e horários de algumas partidas da liga não poderão em hipótese alguma coincidir com os do futebol.

França e Holanda passam pela mesma situação, mas não foram tratados como prioridades.

A liga começa esse fim de semana com 16 seleções divididas em 4 grupos. O Brasil faz parte do grupo A e terá como adversários na primeira fase a Holanda, Bulgária e Coreia. O grupo B conta com Sérvia, Itália, França e China. Fazem parte do grupo C, Rússia, Egito, Finlândia e Estados Unidos e no D jogarão Cuba, Argentina, Polônia e Alemanha.

O regulamento é simples. Os primeiros colocados de cada grupo se classificam para a fase final que será jogada em Córdoba na Argentina. Por esse motivo, nossos 'hermanos' já estão entre os finalistas. O melhor segundo colocado dos 4 grupos também vai jogar a fase final em Córdoba entre 21 e 25 de Julho.

A vitória por 3 a 0 e 3 a 1 vale 3 pontos e a vitória por 3 a 2, dá ao vencedor 2 pontos e ao perdedor 1 ponto somente.

Das últimas 7 edições da liga, o Brasil ganhou 6 delas. Só perdeu curiosamente quando jogou em casa em 2008 para os Estados Unidos e ficou curiosamente fora do pódio também, fato raro nos 20 anos de disputa da liga. Brasil e Itália são os únicos países que jogarão todas as edições e cada seleção venceu 8 vezes a liga.

Estados Unidos, Rússia, Cuba e Holanda ganharam uma vez cada.

Esse ano a liga terá um diferencial. Como teremos o campeonato mundial na Itália, muitas seleções usam a liga como teste e não jogam com a força máxima. Outras preferem esconder o jogo, poupar titulares e usá-los somente no mundial, atuando na liga com um time de reservas. Por essas e outras é que algumas surpresas podem acontecer.

Mas uma semelhança como o futebol é indiscutível. Por onde passa ou por onde joga, o Brasil é favorito, e esse ano não será diferente. Seja na liga ou na copa, seja no vôlei ou no futebol, a exigência de títulos e as cobranças por resultados positivos são exatamente as mesmas nas duas modalidades.

No vôlei a largada será dada nesta sexta-feira em Uberlândia contra a perigosa seleção da Bulgária.

Por Bruno Voloch às 18h29

02/06/2010

Sport perde patrocinador, fica sem técnico e pode desistir da Superliga

A semana começa com uma péssima notícia para o vôlei feminino brasileiro.

O Sport, único e tradicional representante do nordeste na competição, pode ficar de fora da próxima edição da Superliga. O banco mineiro BMG, disse que não tem mais interesse em manter a parceira e com isso não vai mais bancar a equipe pernambucana.

Em comunicado oficial, a direção de marketing esportivo do BMG alegou que a relação custo-benefício com o vôlei não era lucrativa. Segundo dados do banco, o vôlei tinha no máximo dois jogos transmitidos no ano e ainda assim em tv fechada, enquanto o futebol tem cerca de 40 partidas ao vivo em tv fechada e aberta durante o ano.

A visibilidade, segundo eles, é infinitamente inferior e os salários do time de vôlei custam em média 10 mil reais.

Com a decisão, o Sport suspende temporariamente as atividades na modalidade. Só que o prejuízo não para por aí.

O departamento de vôlei já havia acertado a contratação do treinador Boni, dando como certa a continuidade do projeto. Com a decisão do BMG, op Sport voltou atrás e liberou Boni.

Agora o vôlei do clube corre atrás de novos investidores e sem não tiver sucesso, o Sport ficará de fora da Superliga 2010/2011.          

Por Bruno Voloch às 09h41

Nancy Carrillo decide abandondar seleção de Cuba

Nancy Carrillo não joga mais pela seleção cubana.

A decisão foi tomada pela própria jogadora que disse estar cansada de tantas viagens, jogos e sofrendo com muitas dores nas costas.

Carrilo vai ficar parada essa temporada e sonha com a liberação do governo cubano para poder jogar na Itália no ano que vem. Carrilo está com 24 anos, começou muito nova na seleção e esteve em duas edições dos jogos olímpicos. Era considerada titular absoluta e uma das mais experientes do grupo atual.

Por sinal, a seleção de Cuba está na China participando de um quadrangular ao lado de Turquia, República Dominicana e China. No primeiro torneio, Cuba ficou em último lugar perdendo as 3 partidas que disputou.

O novo treinador de Cuba, Juan Carlos Gala, está tentando implantar na seleção o sistema 5x1. Cuba historicamente jogava no 4x2 com duas levantadoras em quadra, mas o sistema é considerado ultrapassado e Gala está tentando adaptar o time no 5x1 com Santos de levantadora.

Cuba conta ainda no elenco com Silie, Sanches e Kenia. A habilidosa Calderon não está na China, mas jogará o campeonato mundial do Japão.      

Após o torneio na China, Cuba segue para a Suiça onde vai disputar a Montreux Volley Masters.  

 

 

Por Bruno Voloch às 09h19

01/06/2010

Fenerbahçe anuncia alemã Fürst e está próximo de fechar com Skowronska

O Fenerbahçe da Turquia está cumprindo a promessa que fez aos torcedores.

Após perder o título da Champions League para o Bergamo da Itália, a direção do clube prometeu montar um time capaz de ser campeão europeu.

A russa Sokolova foi a primeira jogadora contratada.

Hoje o Fenerbahçe anunciou oficialmente a contratação da central alemã Christiane Fürts que estava no Bergamo da Itália. E as novidades não devem parar em Fürst.

A polonesa Skowronska confirmou em seu site que não fica no Pesaro para a próxima temporada. O destino dela deve mesmo ser a Turquia, mais precisamente o Fenerbahçe.

Nesta quarta feira, a direção do clube turco deve oficializar o acerto com Skowronska.   

 

Por Bruno Voloch às 20h45

Vôlei Futuro negocia contratação de central estrangeira

Paula Pequeno não deve ser a última novidade do Vôlei Futuro para a temporada 2010/2011.

O clube negocia a contratação de uma central estrangeira e o nome que mais agrada é o da dominicana Annery Vargas.

A jogadora atuou pelo Minas na última superliga, teve bom desempenho, mas não renovou contratato. Atualmente, Vargas está na China com a seleção e participou de um quadrangular com China, Turquia e Cuba. A República Dominicana ficou na terceira colocação.

As negociações estão sendo feitas diretamente com o Presidente da federação dominicana de vôlei. 

A líbero Brenda Castillo também teria sido oferecida ao Vôlei Futuro.      

Por Bruno Voloch às 20h29

Modesto, Rio de Janeiro contrata Suelle

Enquanto busca alterativas no exterior para substituir Fabiana, o Rio de Janeiro segue se reforçando nas pontas.

A mais nova contratada da equipe carioca é Suelle, ex-jogadora do Brusque de Santa Catarina.

Suelle é curitibana, tem 23 anos, 1.86 de altura e jogou na seleção brasileira juvenil. A jogadora passou por Osasco, São Ceatano, Paraná e já foi dirigida por Bernardinho quando o Rio era chamado de Rexona.

Suelle é sexto reforço do Rio para a temporada 2010/2011.

Mari, Sheilla e Juciely vieram do São Caetano, Roberta do Pinheiros e Juliana do Mackenzie.

O Rio segue negociando com Valeskinha e vai trazer uma estrangeira para o lugar de Fabiana.  

Por Bruno Voloch às 23h03

31/05/2010

Tricampeão mundial assume o Pesaro da Itália

Paolo Tofoli é o novo técnico do Pesaro da Itália.

O ex-levantador da seleção italiana foi três vezes campeão mundial e conquistou o heptacampeonato da Liga Mundial. Tofoli foi indicado pelo técnico Julio Velasco que dirigiu a vitoriosa e inesquecível seleção italiana dos anos 90.

O novo treinador vai comandar o Pesaro na Copa Itália, campeonato nacional e na Champions League.

Paolo Tofoli se reune nos próximos dias com os dirigentes do clube e a prioridade é encontrar uma substituta para a argentina naturalizada italiana Carolina Costagrande que foi para o Dínamo de Moscou.

Ainda na Itália, em seu site oficial, o Bergamo anunciou a renovação de contrato da levantadora Lo Bianco por mais um ano. Lo Bianco era pretendida pelo Fenerbahçe da Turquia. 

 

Por Bruno Voloch às 12h06

Coreia, Japão, Itália e Turquia brigam por Skowronska

Essa semana a polonesa Katarzyna Skowronska decide seu futuro. 

Opções não faltam para a jogadora que recentemente foi tricampeã italiana pelo Pesaro.

O Pesaro quer permanecer com Skowronska e já fez proposta pela renovação de contrato por mais um ano. Dois times da Coreia e um do Japão fizeram convite oficial para a atleta e financeiramente a proposta da Coreia é imbatível.

Mas o destino dela deve ser mesmo a Turquia. O Fenerbahçe já teria acertado todos os detalhes com a jogadora polanesa, mas o anúncio oficial só deve sair durante a semana. No site do clube turco, a contratação dela é dada como certa pelos dirigentes. Skowronska por sua vez, diz que até até a próxima quarta feira vai resolver por qual clube irá atuar.

 

Por null às 11h47

Sobre o autor

Carioca, tem mais de 20 anos de profissão. Iniciou a carreira na extinta TV Manchete em 1988. Foram 6 anos até ser contrato pela Band Rio em 1994. No ano seguinte estava no Sportv/Globo onde foi idealizador e apresentador do programa Supervolley. Atuou como repórter de 1995 até 2003, e participou da cobertura dos campeonatos brasileiros de 1995 a 2003 em jogos ao vivo. Em 2004 se transferiu para o Bandsports, onde criou e comandou os programas "Roda de vôlei "e Linha de 3". Foi apresentador e comentarista de vôlei e basquete do canal. Em 2008 acumulou a função de diretor de jornalismo até setembro de 2009. De 2007 até 2009 foi colunista da rádio Bandnews FM do Rio e trabalhou nos jornais Lance e Jornal dos Sports. Participou da cobertura de 3 Copas do Mundo, 3 Olimpíadas e das últimas 3 últimas edições do Pan. Hoje é colunista do Jornal do Brasil e comenta futebol para a Bandnews FM/Rio de Janeiro e rádio Terê FM/Rio de Janeiro. É especialista em vôlei.

Sobre o blog

Opinião e informação sobre o que de mais relevante ocorre no vôlei no Brasil e no mundo.

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