Blog do Bruno Voloch

21/08/2010

Brasil e Polônia será pra valer ? E o rodízio ?

Brasil e Polônia vão entrar em quadra neste domindo disputando a primeira colocação da fase de classificação do Grand Prix.

Tudo bem que ficar em primeiro não representa absolutamente nada em termos práticos, mas o vencedor vai terminar a fase de clasificação líder e sem dúvida com moral para a fase final da competição.

Será que Zé Roberto vai manter o rodízio ?

Ou será que ele voltará com o time titular pela responsabilidade e dificuldade que pode ser a partida ?

Fora isso, Zé Roberto deve pensar que a fase final começa no meio da semana e as jogadoras precisam readquirir o ritmo de jogo. Casos específicos de Dani Lins, Fabiana, Thaísa e principalmente Mari e Sheilla. Mari quase não atuou nessa terceira etapa e Sheilla foi poupada pela comissão.

Zé Roberto pode ao mesmo tempo usar as reservas como Paula, Adenízia, Natália e Fabíola e ter a possibilidade de analisar as jogadoras finalmente diante de um adversário de qualidades razoáveis como a Polônia.

O que fazer então ?

Zé pode ainda começar com as titulares e colocar as reservas dependendo do andamento do jogo. Ou vice-versa, começar com o banco e aos poucos ir usando as titulares.

Ninguém gosta de perder e imagino que Zé Roberto pense assim. Aliás, deixou claro isso quando perdemos para a Itália em São Carlos. Portanto, de amistoso esse jogo contra a Polônia não deve ter nada.

E que Polônia é essa ?

Surpreendente sim. Ninguém poderia imaginar que as polonesas chegassem na última rodada com chances de terminar a fase de classificação em primeiro.

Assim como nós, elas perderam somente um jogo e para o Japão por 3 a 1.

Não acho que a Polônia seja esse bicho-papão, pelo contrário, acho uma seleção vulnerável em vários setores. Uma seleção limitada e com jogadas óbvias.

Precisamos ter cuidado e muita atenção com a atacante Anna Baranska. A número 3, Karolina Kosek também é boa de bola e a central Bednarek tem bom posicionamento. A habilidosa e conhecida oposta Skowronska raramente atua o jogo inteiro, uma boa questão para ser perguntada ao treinador Matlak.

Mas será que a Polônia vai jogar com o time principal ?

E nós ?

Acho que para a seleção curiosamente seria muito interessante ter um jogo duro e ser testada, como aconteceu diante da Holanda na semana passada.

Apesar do péssimo nível do Grand Prix em 2010, vamos enfrentar durante a semana seleções fortes e mais bem preparadas como os Estados Unidos e a Itália. A China pode vir um pouco mais forte, o Japão perigoso como sempre e a mesma Polônia.    

Acho que a tendência é Zé Roberto usar as reservas de início e colocar, se necessário, as titulares para que elas não percam o ritmo adquirido nas primeiras etapas.

É a tendência.  

   

Por Bruno Voloch às 12h01

Joycinha e Camila Brait mereciam oportunidade

Ser treinador da seleção brasileira não é fácil.

Fora a cobrança natural por vitórias e títulos, é preciso estar preparado para exercer o cargo, saber lidar com a pressão e ter o grupo nas mãos.

Nesta terceira etapa do Grand Prix, Zé Roberto vai colocando em prática tudo aquilo que ficou determinado durante a preparação ainda no Brasil. Devo confessar que cheguei a duvidar que fosse acontecer, mas Zé contra Taiwan 'encerrou' o rodízio.

Finalmente, Joycinha e Camila Brait jogaram. Não seria justo levar as duas para o outro lado do mundo somente para passear e treinar ou treinar e passear.

Tudo bem que o adversário era Taiwan, fraco em todos os sentidos, mas as duas sentiram o gosto de jogar e caso o Brasil ganhe o nono título do Grand Prix, elas poderão dizer que fizeram parte da conquista.

Isso chama-se bom senso.

Fabi é considerada titular, mas Camila precisava jogar. Aliás, precisa ainda. Shiella é titular, Natália entra as vezes na saída, mas Joycinha merecia uma oportunidade. Antes tarde do que nunca.

Essas atitudes do treinador deixam o grupo mais unido, sem privilégios e mantém todas as jogadoras motivadas. Uma atitude simples, democrática, mas fundamental para saber com quem efetivamente o técnico poderá contar.   

  

Por Bruno Voloch às 11h16

20/08/2010

Zé Roberto decide 'bancar' Fabíola como titular

"A Fabíola tem feito bons jogos e decidimos mantê-la na equipe".

A frase não é minha, tem aspas e partiu do treinador da seleção feminina após a vitória contra Porto Rico.

Segundo Zé Roberto, Fabíola ganhou a vaga de titular contra a China nos 3 a 0 do início da semana.

Mas será mesmo ?

Ou Zé decidiu manter Fabíola de titular apenas para enfrentar Porto Rico ? 

Um jogo somente e mais os 3 a 0 contra a fraca seleção de Porto Rico foram suficientes para determinar tal mundança ?

Fabíola tem cacife e bola para ser titular da seleção ?

Olha, conheço muito Zé Roberto e a declaração após o jogo contra Porto Rico tem dois lados. Zé quis dar moral para uma jogadora que ele convocou e aposta para o mundial. Caso de Fabíola. Claro que a jogadora tem lá seus méritos, mas mostrou muito pouco para ser titular da seleção, desculpe.

Zé Roberto sabe que não vai ganhar o Grand Prix com 6 ou 7 jogadoras e sim com 10 ou 11 atletas. Ele está sendo coerente até agora, pois tem usado praticamente todo o grupo e dando chances a praticamente todas as jogadoras.

Evidente que não me refiro as jogadoras Joycinha e Camila que foram apenas excursionar na Ásia e estão fora dos planos para o mundial. É uma pena no caso de Camila Brait. 

Joycinha tem enorme potencial, mas Zé Roberto em suas ações recentes nos jogos, deixou claro que não conta com ela para a fase final. Foi outra que não teve oportunidade nenhuma, o que me causa uma certa estranheza.

Mas e Dani Lins, tema do blog

É justo ser barrada ?

Não acho que Dani Lins esteja pronta também. É uma jogadora de qualidades, personalidade forte e mais experiente que Fabíola. Acho Dani Lins mais precisa e corajosa que Fabíola. Corajosa dentro e fora de quadra, nas declarações e sem medo das consequências. Fabíola ainda vai aprender com o tempo, espero eu.

Dani já viveu dias piores na seleção, basta lembrar que Ana Tiemi terminou 2009 como titular. Dani está mais preparada para ser titular. 

Por isso e pelo passado recente, não acredito que Zé esteja mesmo disposto a 'bancar' Fabíola de titular. Zé inteligentemente, pode estar jogando a 'pressão' em cima de Dani.

O certo e ele sabe disso, é que vai precisar das duas na fase final de Grand Prix. Nenhuma delas consegue manter uma regularidade e esse me parece ser o grande problema.  

Guardando as comparações e sei que Zé odeia isso, Bruno e Marlon viveram a mesma situação nas finais da Liga Mundial. Jogou Marlon, mas Bruno ainda é titular.

Joga Fabíola, mas Dani ainda é titular.

É uma situação muito delicada, barrar e bancar na seleção hoje em dia.

Zé precisa ter cuidado para não 'queimar' Dani e Fabíola. Dani pode se sentir desestimulada e Fabíola achar que é de fato a titular da seleção, embora tenha o direito de se sentir assim. 

Alguns poderia dizer que esse tipo de 'problema' todo treinador gostaria de ter. Errado. O treinador gosta de ter esse tipo de 'problema' se por acaso tivesse que optar por Fofão ou Fernanda Venturini e não é o caso de Dani e Fabíola. Longe, mas muito longe disso.

Mas a realidade hoje é essa e temos que conviver com ela. Eu não, a comissão técnica.

O material que temos para trabalhar passa por Dani, Fabíola, Ana Tieme e Fernandinha. Nossa, saudades dessa aí. Baixa para os padrões mundiais ?

Sim, mas com uma mão de dar inveja a muita gente grande. Pena que Fernandinha não esteja nessa briga, uma perda e tanto para a seleção.

Mas a realidade, novamente ela, é que vivemos atualmente de Dani Lins e Fabíola. 

Com tantos altos e baixos, erros e acertos e o temperamento forte, Dani me parece ser ainda a opção mais segura.

Porto Rico é Porto Rico.   

 

Por Bruno Voloch às 10h46

Zé Roberto segue revezando as jogadoras e dando ritmo as reservas

Há menos de uma semana do início da fase final do Grand Prix, o técnico José Roberto Guimarães segue fazendo suas observações.

No 'jogo treino' contra Porto Rico, Zé usou finalmente a central Adenízia e deixou Paula Pequeno atuar novamente entre as titulares.

Adenízia cumpriu bem seu papel, marcou 5 pontos de bloqueio e foi destaque nesse fundamento em quadra. Paula fez 11 pontos, esteve mais solta, sem tanta pressão e virou a maioria das bolas.

Mas lembro que o adversário era Porto Rico, portanto é preciso ter cuidado e menos euforia quanto aos números citados acima. Sheilla certamente teria sido a maior pontuadora caso jogasse o terceiro set e Natália mesmo tendo jogado apenas um set fez 8 pontos.

No caso de Paula que esteve apagada nas últimas partidas, o desempenho contra Porto Rico, quem diria, serve para dar moral.

Se a idéia era dar ritmo de jogo para as reservas, o jogo contra Porto Rico foi bem aproveitado pela comissão técnica. 

 

       

Por Bruno Voloch às 09h01

19/08/2010

Alisha Glass, levantadora dos Estados Unidos, acerta com Vôlei Futuro

Após fechar com a líbero norte-americana Stacy Sykora, a direção do Vôlei Futuro de Araçatuba acertou a contratação da levantadora Alisha Glass.

A jogadora é titular da seleção dos Estados Unidos e aparece em primeiro nas estatísticas da FIVB como melhor da posição no atual Grand Prix.

Glass joga na seleção desde 2009, está com  22 anos, tem 1,84 de altura e deverá se apresentar ao clube paulista após o mundial do Japão em novembro. Natural de Leland em Michigan e formada no vôlei universitário,  Glass chegou a ser eleita a mulher mais bonita do estado em 2006.

Pela seleção, Glass conquistou a medalha de bronze na Copa Pan-Americana em 2010. 

 

Por Bruno Voloch às 09h07

18/08/2010

Paciente, Adenízia diz que vai esperar sua vez na seleção.

A central Adenízia vem sendo pouco utilizada pelo treinador José Roberto Guimarães no Grand Prix.

Com as as boas atuações de Fabiana e Thaísa, a jogadora do Osasco está acompanhando a maioria das partidas do banco de reservas. Mas se engana quem pensa que a jogadora está chateada, pelo contrário, ela disse ao blog que se sente orgulhosa de fazer parte do grupo:

"Eu tive uma oportunidade no ano passado, aproveitei e estou de volta esse ano. Conquistei a confiança de todos e estou evoluindo muito com o Zé Roberto. Mas é claro que se o Zé precisar de mim estarei pronta e sempre preparada. Sinceramente, no momento não vejo motivos porque as meninas estão atuando muito bem".

Thaísa aparece com destaque nas estatísticas da FIVB como a melhor bloqueadora da competição. Adenízia fez questão de elogiar a companheira de Osasco:

"A Thaísa está sendo nossa melhor jogadora, atuando com muita personaliade e nós precisamos de alguém como ela".

Falar em favoritismo é complicado e Adenízia considera o Grand Prix desse ano o mais equilibrado de todos.

"Está sendo diferente do ano passado, porque em 2010 todas as seleções estão passando por altos e baixos. Vejo a Itália como forte candidata, mas é muito difícil apontar o campeão".

     

Por Bruno Voloch às 08h48

Na terceira fase do Grand Prix, Itália terá Merlo de líbero

O último fim de semana foi complicado para a seleção italiana.

A líbero titular Paola Cardullo se machucou e com isso a Itália chegou a ter 3 líberos diferentes na etapa. Até a estrela do time, Francesca Piccinini jogou na função e colaborou com o treinador Barbolini.

Cardullo voltou para a Itália e ficará tratando do tornozelo por 15 dias. Com isso, dificilmente estará na fase final do Grand Prix caso a Itália confirme a vaga.

Merlo que treinava com o time B foi chamada e viajou para o Japão.

A Itália é sexta colocada com 12 pontos e jogará no fim de semana contra República Dominicana, Holanda e Japão. Uma vitória por 3 a 0 ou 3 a 1 nos 3 jogos que vai realizar, classifica a Itália para as finais.   

      

Por Bruno Voloch às 08h33

Rússia convoca 18 jogadoras para o mundial feminino

O treinador da Rússia definiu as 18 jogadoras que vão treinar para o campeonato mundial do Japão

Vladimir Kuzyutkin confirmou a presença da atacante Sokolova e disse ter nas mãos um dos grupos mais fortes dos últimos anos.

A relação conta com as levantadoras Evgeniya Startseva e Vera Ulyakina. Foram chamadas as atacantes Tatiana Kosheleva, Olga Fateeva, Ksenia Naumova, Natalia Goncharova, Lyudmila Malofeeva, Ekaterina Gamova, Lesya Makhno e Lyubov Sokolova.

As centrais relacionadas foram Maria Perepelkina, Yulia Merkulova, Ekaterina Bogacheva, Maria Borodakova e Elena Murtazaeva. Completam a relação as líberos Svetlana Kryuchkova, Daria Vekshina e Ekaterina Kabeshova.

A Rússia realizou recentemente dois amistosos contra a República Tcheca e venceu as duas partidas. As jogadoras estão concentradas em um centro de treinamento na Polônia e treinando em tempo integral.

A Rússia vai lutar pelo bicampeonato mundial.

Por Bruno Voloch às 08h24

16/08/2010

Sheilla é a melhor atacante do Grand Prix

O Brasil segue firme na luta por mais um título do Grand Prix.

Mesmo sem ser brilhante e ainda precisando de vários acertos, a seleção termina a segunda semana de competição na liderança. 

Nas estatísiticas da FIVB, duas jogadoras brasileiras aparecem em destaque.

Sheilla, para variar, é até agora a melhor atacante do Grand Prix. A jogadora tem quase 50% de aproveitamento e supera a italiana Ortolani.

Thaísa, com merecimento, lidera no fundamento bloqueio.

Apesar da fraca campanha da seleção alemã, Kozuch é a maior pontuadora em 6 jogos disputados. Manon Flier da Holanda lidera as estatísticas no saque e Yang de Taiwan tem o melhor passe.

Alisha Glass dos Estados Unidos aparece na frente como principal levantadora do Grand Prix. Dani Lins é décima terceira e Fabíola décima quinta colocada.

Kerstin da Alemanha lidera como líbero mais efetiva e está em primeiro no fundamento defesa.    

  

Por Bruno Voloch às 13h30

A China, Fabíola, Paula Pequeno e o bloqueio brasileiro

O Brasil não foi brilhante, mas talvez tenha enfrentado a China no momento mais 'adequado'.  

Independente do nítido abatimento das chinesas, claramente comovidas com a tragédia das chuvas no País, a seleção soube se impor, ditou o ritmo do jogo e mostrou porque a derrota da China para a República Dominicana não foi tão surpreendente assim. E olha que a seleção errou mais do que deveria, porém mesmo assim, ganhou com folga. 

A China esteve sem Hui R.Q ?

Sim, embora faça muita falta ao time, nas condições emocionais que as jogadoras estavam, não acho que Hui resolveria.

Zé Roberto começou o jogo dando mais uma oportunidade para a levantadora Fabíola e para a ponta Paula Pequeno. Mari ficou no banco e Dani Lins entrou rapidamente no segundo set.

Fabíola fez um jogo razoável, esteve mais à vontade em quadra e menos pressionada. Deu sorte de contar com adversárias totalmente desconcentradas e que não estavam focadas na partida. Claro que esses fatores não tiram os méritos de Fabíola, mas sem dúvida colaboraram bastante.

Com o Brasil já classificado, Zé  fez certo em dar nova chance para Fabíola. Foi um jogo sem risco e sem problemas, ideal mesmo para poder avaliar mais uma vez as virtudes e passar confiança para a jogadora.

Fabíola está pronta ?

Longe disso, mas precisa jogar, isso é evidente na cabeça da comissão técnica.

E Paula Pequeno ? O que dizer da nossa MVP da olimpíada de Pequim ?

3 sets em quadra, jogo fácil e míseros 4 pontos. Paula está lenta, sem mobilidade e pesada. Não pode reclamar de falta de oportunidade, porque nessa etapa do Grand Prix, jogou mais que Mari e Jaqueline. Corrigindo, ela esteve em quadra mais vezes do que Jaqueline e Mari. Acho que fica melhor.

Paula fez 4 pontos, exatamente o mesmo número de pontos da levantadora Fabíola.

Quem pode explicar o que acontece com a jogadora ? A comissão ou a própria atleta ?

É mesmo decepcionante e pior, preocupante saber que não poderemos contar com Paula se a seleção precisasse dela na fase final. 

Contra a China o fundamento que mais me agradou foi nosso bloqueio. Fizemos mais do que o dobro de pontos das chinesas, com destaque para as nossas centrais. Fabizona fez 6 e Thaísa mais 4. Aliás, Fabizona fez contra a China seu melhor jogo no Grand Prix e finalmente conseguiu atuar com a mesma regularidade de Thaísa. É bom saber que ela 'acordou'.

Erramos alguns passes e acho que nossa recepção precisa melhorar muito ainda. Zé Roberto precisa testar a jovem Camila Brait na terceira etapa do Grand Prix. Não estou dizendo que Fabi seja culpada, ou a única culpada pelos erros de recepção, mas Fabi não está mostrando o mesmo desempenho de 2009. Isso é fato e os números comprovam o que escrevo.

Jaqueline segue bem na frente e instável atrás. E Sheilla ?

Sheilla marcou 17 pontos e foi nossa melhor jogadora e maior pontuadora.

Alguma novidade nisso ?

   

 

Por Bruno Voloch às 10h02

Sobre o autor

Carioca, tem mais de 20 anos de profissão. Iniciou a carreira na extinta TV Manchete em 1988. Foram 6 anos até ser contrato pela Band Rio em 1994. No ano seguinte estava no Sportv/Globo onde foi idealizador e apresentador do programa Supervolley. Atuou como repórter de 1995 até 2003, e participou da cobertura dos campeonatos brasileiros de 1995 a 2003 em jogos ao vivo. Em 2004 se transferiu para o Bandsports, onde criou e comandou os programas "Roda de vôlei "e Linha de 3". Foi apresentador e comentarista de vôlei e basquete do canal. Em 2008 acumulou a função de diretor de jornalismo até setembro de 2009. De 2007 até 2009 foi colunista da rádio Bandnews FM do Rio e trabalhou nos jornais Lance e Jornal dos Sports. Participou da cobertura de 3 Copas do Mundo, 3 Olimpíadas e das últimas 3 últimas edições do Pan. Hoje é colunista do Jornal do Brasil e comenta futebol para a Bandnews FM/Rio de Janeiro e rádio Terê FM/Rio de Janeiro. É especialista em vôlei.

Sobre o blog

Opinião e informação sobre o que de mais relevante ocorre no vôlei no Brasil e no mundo.

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