Blog do Bruno Voloch

28/08/2010

Natália precisou de 1 jogo e 3 sets para convencer a comissão técnica

Deu prazer de assistir Brasil e Itália.

Obrigado Natália, obrigado Zé Roberto.

Nunca duvidei da capacidade desse menina que é craque de bola. Afirmo categoricamente que Natália tem potencial para ser titular da seleção. Mas ter potencial não significa necessariamente que ela tenha que estar entre as 6. Tudo tem sua hora, mas entre as 12 é figurinha certa.

Sempre disse, isso serve para aqueles que cobravam dela, que entrar durante o jogo é uma coisa e começar uma partida completamente diferente. O Brasil e Itália de hoje nos mostrou isso.

Natália foi nossa maior pontuadora na partida com 15 pontos. Além de ter sido efetiva no ataque, Natália bloqueou, sacou muito bem e não comprometeu no passe. Ela está pronta ?

Claro que não. Deve crescer muito nos próximos anos, mas para isso precisa atuar com mais frequência. Jogar, Zé Roberto.

Natália é versátil, tem todos os movimentos de ataque e muita coragem apesar dos 21 anos de idade.

Quando cobrei e pedi que Natália fosse escalada contra os Estados Unidos, sabia o que estava escrevendo. Paula jogou bem, não comprometeu, mas Natália está voando e visivelmente melhor fisicamente.

Entendo a comissão, Paula não pode ser desprestigiada e só vai entrar em forma se jogar. Verdade também, fora a questão do respeito e dos anos dedicados.  

Se Natália estivesse em quadra poderíamos ter ganho dos Estados Unidos ?

Pode ser que sim, mas isso é passado e não seria correto falar em cima de suposições. Paula fez o que pode e estava ao seu alcance. Não pode ser responsabilizada, seria injusto.

Mas a fila anda. Sem Mari e possivelmente Paula em boas condições para o mundial, Zé Roberto precisa dar ritmo e deixar Natália ganhar experiência e principalmente confiança. 

Faltando 2 meses para o mundial, minha torcida é que Mari possar estar no Japão. Mas caso isso não aconteça, Natália é a jogadora certa para substituir Mari. Pena que ela tenha pouco tempo para mostrar isso em quadra.

Zé saiu de quadra encantado com Natália. E ele tem toda razão.

Natália é a bola da vez na seleção.     

 

    

Por Bruno Voloch às 11h18

27/08/2010

Antes um sonho, Fofão pode virar realidade para o mundial do Japão

O que parecia improvável pode acontecer.

Fofão declarou inúmeras vezes que não deseja mais jogar pela seleção brasileira. A idéia da jogadora era permanecer no Brasil e encerrar a carreira por aqui.

Mas Fofão teve que mudar seus planos. Com o fim do time patrocinado pela Blausiegel, a atleta ficou sem espaço nos grandes clubes e acabou aceitando a proposta do Fenerbahçe da Turquia. Fofão vai trabalhar diretamente com Zé Roberto Guimarães que comandará a equipe turca na temporada 2010/2011.

Os dois são grandes amigos, se respeitam e Fofão nunca escondeu de ninguém que tem um carinho especial pelo técnico.

Uma fonte ligada a comissão técnica da seleção, disse ao blog que Fofão já admite a idéia de disputar o mundial e tentar o único título que ainda não tem como jogadora da seleção. Os dois devem conversar na volta da delegação brasileira.

As partes ainda não admitem abertamente e nem podem porque a seleção está jogando as finais do Grand Prix. Mas não será supresa se Fofão aceitar o convite, voltar aos treinamentos e participar do mundial.

Zé nunca escondeu de ninguém que gostaria muito que Fofão jogasse o mundial. Ele próprio insistiu várias vezes para que Fofão não abandonasse a seleção, mas sempre respeitou a decisão da jogadora. 

A distância já foi maior e Fofão pode por fim ao sofrimento do treinador. Desde a saída da atleta, a seleção não encontrou ainda a substituta ideal.  

Por Bruno Voloch às 20h41

Estados Unidos podem conquistar Grand Prix na próxima rodada

Líder da fase final do Grand Prix, a seleção dos Estados Unidos pode conquistar com uma rodada de antecipação seu terceiro título na história da competição.

Japão e Polônia abrem a quarta rodada. Para ficar com o título, os Estados Unidos torcem por uma vitória da Polônia por qualquer placar e até um resultado positivo das japonesas não será ruim, desde que o resultado seja 3 sets a 2.

Depois jogam Itália e Brasil. Nesse caso, as norte-americanas vestem a camisa da Itália e precisariam de uma vitória italiana pelo placar de 3 a 2.

Estados Unidos e China fecham a rodada. Se as combinações de resultados acontecerem nos jogos anteriores, os Estados Unidos entrariam em quadra com a obrigação de fazer 3 a 0. Se ganharem por esse placar, chegam aos 10 pontos e não poderiam ser alcançados por mais ninguém na última rodada no domingo.   

Por Bruno Voloch às 13h07

Fabíola não convence e seleção ainda pode perder Dani Lins

Zé Roberto sempre deixou claro que o Grand Prix não é prioridade. Ainda bem.

Mesmo pensando assim, viajou para tentar buscar o nono título da competição, testar jogadoras e observar os adversários.

Com a vitória da China sobre a Polônia, nossos dois resultados negativos e a invencibilidade dos Estados Unidos, o título é quase impossível.

Ver os adversários de perto é sempre importante e os Estados Unidos acabaram sendo uma 'desagradável' surpresa. Temos agora mais uma preocupação para o mundial, fora Itália e a poderosa Rússia.

E os testes ?

Bem, espero mesmo que sejam apenas testes mesmo.

Me refiro a levantadora Fabíola. Entendo o desespero de Zé Roberto, mas espero que ele também entenda o nosso.

Meu caro, Zé. Deve mesmo ser duro para você depois de tantos anos na seleção e ter trabalhado com Fernanda e Fofão, encarar essa situação.

Mas faz parte. Dizem que o processo é chamado de renovação.

Dani Lins caminhava bem, jogou boa parte do ano de 2009 e terminou no banco para Ana Tiemi. A 'japa' foi convocada, mas cortada. Eis que Fabíola ganha a posição de Dani Lins na metade do Grand Prix e passa a ser nossa levantadora titular.

Que drama.

Zé está perdendo, posso até estar errado, Dani Lins. Está na cara e nítido para qualquer um que Dani está desmotivada.

Fabíola pode ter algumas virtudes, mas jogar no clube é diferente. Fabíola tem ousadia, mas joga assustada, é insegura e não passa a menor credibilidade.

A bola que fechou o jogo contra os Estados Unidos é apenas um dos exemplos. Qual seria a jogadora a ser marcada pelas norte-americanas no fim da partida ?

Resposta.

Sheilla, até então a maior pontuadora.

E a bola foi para quem ? Sheilla.

Bloqueio e a bola volta nos pés da nossa oposta.

É preciso pensar, arriscar, sair do óbvio.

Uma bola de segunda desnecessária, combinações equivocadas com as centrais e nem Jaqueline se segurou. Ainda bem.

No quinto set, Jaqueline fez um gesto para Fabíola como se dissesse 'capricha só um pouco, a bola tá ruim'.

E Paula ?

Estava jogando até que uma partida interessante, mas nunca era a primeira opção. Fabíola não teve a sensibilidade de usar Paula quando era preciso.

Zé foi paciente, falava com ela nos pedidos de tempo e via a cara de desespero de sua levantadora quando as coisas não davam certo. Fabíola joga o tempo inteiro olhando para o banco em busca de alternativa.

Fabíola não tem personalidade para ser titular da seleção. É duro, mas é a realidade.

Mas a capacidade da comissão técnica do Brasil não se discute e isso nos dá a certeza de que em breve poderemos ter uma solução.

Por Bruno Voloch às 12h09

Seleção teve postura e contusão de Paula não foi determinante para a derrota

A seleção saiu de quadra após a derrota para os Estados Unidos de cabeça erguida. Dessa vez não dá para reclamar e dizer que faltou disposição ou algo nesse sentido para as jogadoras. 

Tivemos uma postura firme, vibrante a maior parte do tempo e uma incrível dedicação nos 5 sets. Mas isso é obrigação.

Os Estados Unidos ganharam na bola merecidamente e colocaram a mão na taça.

Achei que a seleção fosse entrar em quadra abalada emocionalmente pela perda de Mari, mas fiquei surpreso. O time jogou mais unido e até Zé Roberto teve outra postura comandando a equipe.

A derrota no terceiro set foi determinante no resultado da partida.

Se ganhamos com facilidade o primeiro, as norte-americanas devolveram na mesma moeda no segundo.

O quarto set foi mais tranquilo para o Brasl, uma vez que as norte-americanas já sabiam que mesmo perdendo o jogo por 3 a 2, continuariam na liderança do Grand Prix. 1 ponto estava garantido por conta do novo regulamento.

O quinto set foi equilibrado e os Estados Unidos ganharam porque erraram menos e marcaram Sheilla.

Zé Roberto optou em escalar Paula desde o início. Gostaria muito de ver Natália em quadra de cara, porque é diferente entrar no jogo em uma inversão e sair jogando. Mas ao mesmo tempo imaginava que Zé não iria tirar o moral de Paula Pequeno, afinal ela é a substituta e reserva natural de Mari.

Paula não jogou mal. Virou algumas bolas e alternou com inteligência os ataques. Paula ajudou na recepção, porém está muito longe daquela jogadora campeã olímpica em 2008. Paula poderia sim, ter exigido da levantadora Fabíola e pedido mais bolas quando estava rodando. Mas exigir de Fabíola talvez seja demais.

Paula saiu machucada, que pena. Mas é bom ressaltar que ausência dela no quinto set não interferiu no resultado da partida.

Fabi teve uma boa atuação especialmente a partir do terceiro set. Fez defesas muito importantes e ajudou no volume de jogo. Acho apenas que deveria assumir mais o fundo de quadra e definitavamente o passe. É complicado passar a quadra toda, mas líbero é assim mesmo. Fabi deu mole no golpe de vista que fez e que deu aos Estados Unidos o ponto da vitória no terceiro set. Líbero não pode achar, tem que ir na bola. É básico. 

Nossas centrais foram regulares como de hábito e fiquei sem entender a saída de Thaísa no terceiro set. Thaísa não estava mal e Adenízia entrou perdida, sem culpa, diga-se de passagem.

Thaísa e Fabiana pontuaram mais que nossas ponteiras, ou seja, foram efetivas no ataque e tiveram bom aproveitamento no bloqueio.

Marcada, Jaqueline não teve o mesmo rendimento das últimas partidas, mas não comprometeu. Mostrou categoria nos movimentos de ataque e virou algumas bolas na habilidade e não na força. Hoje é peça fundamental para a seleção.

Sheilla, claro, foi a melhor jogadora da seleção. 22 pontos, maior pontuadora e referência. Sheilla contra os Estados Unidos conseguiu se superar e ainda foi a principal arma do Brasil também no saque.

Perdemos para uma seleção que cresceu durante o Grand Prix. Fase a fase, as norte-americanas foram adquirindo confiança e entrosamento.

A levantadora Glass faz um jogo simples, porém eficaz. Ela sabe explorar com sabedoria o que suas atacantes podem fazer de melhor. Usou e abusou da central Akinradewo. Por sinal, que partidaço fez essa jogadora. Ela vai muito alto e nosso bloqueio penou para acha-lá.

Bown bateu várias chinas e teve aproveitamento acima de 90%. As duas curiosamente tiveram o mesmo desempenho de Thaísa e Fabiana no bloqueio.

Logan Tom é segura e não foge da responsabilidade. Sacou bem demais, assim como a companheira Larson. Essa última fez um estrago no nosso passe no segundo set.

A oposta Hooker erra pouco e joga na segurança.

A seleção voltou a perder e talvez não merecesse mesmo vencer. Agora tem poucas chances de ser campeã, mas pelo menos apresentou uma postura bem diferente da partida contra Japão.

Por Bruno Voloch às 10h23

26/08/2010

Mari deve ficar fora do Grand Prix. Natália e Paula Pequeno brigam pela posição

Ainda não é oficial, mas a seleção feminina não poderá contar com o talento da ponta Mari para os jogos restantes da competição.

Mari sofreu uma entorse no joelho e não deve mais jogar o Grand Prix.

Sem Mari, o treinador José Roberto Guimarães pode optar na escalação simples de Paula na ponta ou escalar Natália. Sassá tem poucas chances de ser aproveitada.

Desde que operou o joelho no ano passado, Paula não conseguiu mais voltar a forma de 2008 quando foi eleita a MVP dos jogos olímpicos de Pequim. A jogadora teve várias oportunidades, mas até agora não correspondeu. Contra a Polônia, Paula jogou metade do terceiro set e o quarto set inteiro, deixando o jogo com apenas 1 ponto. Diante do Japão saiu zerada.

Natália está voando fisicamente, é mais versátil que Paula e pelo que fez nos jogos em que atuou, merece ser escalada de início. Natália não foi convocada como ponteira e sim como oposta, mas não vejo alternativa melhor. 

É claro que existe um respeito enorme pelo que Paula representou, a comissão técnica do Brasil e as jogadoras gostam dela, mas Paula efetivamente ainda não 'compareceu'.

O passado de Paula precisa ser respeitado e justamente pensando dessa forma que Zé Roberto poderia preservar a jogadora. É inconcebível uma jogadora com as qualidades de Paula jogar quase dois sets e marcar 1 ponto somente. Existe algo de errado e não venham me dizer que o motivo é porque Paula se apresentou depois das outras jogadoras. Não cola.

Apesar de perder no passe, usar Natália é menos arriscado para um jogo decisivo como será contra os Estados Unidos. Paula pode até ser escalada e arrebentar com a partida marcando 30 pontos, mas seria zebra. Talento ela tem de sobra, ou tinha. O tempo vai nos dizer. Não escalar Paula seria também um enorme desprestígio para uma campeã olímpica. Com Paula temos mais passe, volume de jogo, mas Paula não coloca bola no chão.   

Zé precisa arriscar, pensar no grupo e no campenato. Se agir assim, Natália será titular contra os Estados Unidos. Zé já deu provas de que nome e passado não garantem posto na seleção. Dani Lins que o diga, coitada.

Defendo e mantenho a tese de que a seleção precisa e depende de Mari e Sheilla. Sem Mari a partir de agora, é rezar para que Sheilla esteja bem e que Natália seja escalada.  

           

Por Bruno Voloch às 13h00

Vitória contra Polônia teve sabor amargo

Vencer a Polônia era fundamental para o Brasil continuar vivo e com chances de conquistar o Grand Prix.

Ganhamos. 

Mas comemorar o que diante do drama que vive a jogadora Mari ?

Rigorosamente nada.

Claro que a vitória nos deixa mais confiantes para a sequência da competição, apaga a frustração da derrota na véspera e mantém a seleção rigorosamente na briga. 

Sheilla reapareceu em grande estilo. Como de hábito foi nossa melhor jogadora e maior pontuadora da partida. É mesmo muito difícil ver uma jogadora do nível dela jogar mal duas partidas seguidas. Resultado ?

Sheilla bem, Brasil vence.

Fabiana teve ótima atuação e merece ser citada. Jaqueline regular e segura no ataque.

O mais importante na partida contra a Polônia, foi que nossa seleção jogou com mais concentração e soube superar a difícil situação do terceiro set quando perdemos Mari.

Todos sabem que não é fácil administrar esse tipo de problema quando se perde uma jogadora tão importante e no meio de um jogo. É claro que mexe com o lado emocional das jogadoras e também da comissão. A seleção brasileira conseguiu aparentemente passar por cima, isso foi importante.

Mas e o futuro?

Tomara, mas tomara mesmo que eu esteja errado.

Pela experiência que temos no esporte, acho pouco provável que Mari jogue contra os Estados Unidos. E mais. Difícil que esteja em quadra nas demais partidas. Acho que o Grand Prix acabou para a Mari.

Se for para o bem dela e o futuro da seleção, que seja assim.

O que é uma partida diante da possibilidade de não jogar um mundial ?  

Nada.

Temos primeiramente que pensar no lado do ser humano, Mari. 

A vitória contra a Polônia teve um gosto amargo diante do drama que está vivendo Mari.       

  

 

       

  

Por Bruno Voloch às 10h40

25/08/2010

Declarações após a derrota e as possíveis consequências

Prefiro sinceramente ignorar algumas declarações de certas jogadoras após a derrota merecida diante do Japão. Ouvir que faltou 'alegria' é demais. Sem comentários.

A central Fabiana foi mais coerente a admitiu que faltou concentração a seleção brasileira especialmente após a vitória tranquila no primeiro set. Vitória essa que nos deu a falsa impressão que ganharíamos com tranquilidade.

Confesso que me surpreendi com Zé Roberto depois do jogo. Ao ser entrevistado, Zé disse que 'quando uma ponteira faz 27 pontos e a outra 9, é sinal que faltou equlíbrio'. Perfeito.

Mas esse tipo de resposta pode dar margem a várias interpretações. 

Zé deixou claro e todos viram que Jaqueline jogou mais que Mari. Mas alguns podem entender a declaração de Zé Roberto como se ele estivesse jogando a responsabilidade em cima de Mari. Se Jaque rendeu, porque Mari esteve tão apagada ?

Injusto.

Vamos olhar pelo outro lado.

Quantas bolas foram levantadas para Mari e quantas foram levantadas para Jaqueline ?

Fabíola usou nitidamente mais Jaqueline do que Mari. Sem comparação.

Outros defenderão. Faz sentido, porque Jaqueline estava virando e Mari não. Mas não foi bem assim.

Fabíola priorizou Jaqueline claramente e se existiu desequilíbrio nos números como disse Zé Roberto, essa falta de equilíbrio pode ter partido das mãos de Fabíola.

Se formos analisar as centrais, a gente vai constatar um equilíbrio maior nas bolas recebidas.

Eu sinceramente não gosto após as partidas do profissional que enaltece demais a, b ou c ou deixa transparecer que a, b ou c não rendeu o esperado.

É claro que Zé tem autoridade suficiente com o grupo, manda na seleção, mas acho que 'pegou pesado' com Mari. Mas Zé é assim e não me pareceu nada proposital. Zé, penso eu, faria isso com qualquer jogadora e a comparação seria usada da mesma forma.  

Zé não pode nem pensar em perder Mari, até porque não temos outra ponteira. É ela e ponto final.

O que não estava nos planos, essa é a realidade, é saber que não podemos contar com as ponterias reservas. Paula e Sassá estão visivelmente fora de forma e longe do ideal.

Zé sabe muito bem, melhor do que qualquer um, que o jogador tem o direito de não jogar bem. Mas foi pego de surpresa, porque é raro ver Sheilla e Mari jogarem mal na mesma partida. Aí, normalmente não tem mesmo jeito.

O Japão foi mais equipe, mas o Brasil é muito mais equipe. Faltou equilíbrio, faltou passe e alegria não ganha jogo. 

       

 

    

 

Por Bruno Voloch às 11h16

Derrota mostra que seleção ainda depende de Mari e Sheilla

E a seleção não cumpriu com a sua obrigação. Lamentável.

Vencer o Japão era mesmo obrigação, mas não vamos agora simplesmente execrar as jogadoras e a comissão técnica. O tal rodízio feito pelo treinador Zé Roberto nas fases anteriores era necessário e não acredito que tenha sido o suficiente para tirar o ritmo de jogo de algumas atletas brasileiras como Mari e Sheilla.

O que se viu diante do Japão foi uma seleção assustada com o volume de jogo das japonesas e que não acreditou após a fácil vitória no primeiro set que as japonesas tivessem capacidade de vencer a partida. O Japão teve muitos méritos e as jogadoras fizeram defesas espetaculares.

Ficou nítido que a seleção depende de Mari e principalmente de Sheilla. Quando as duas não jogam, a seleção dificilmente ganha. E quando as duas não jogam em uma mesma partida, aí fica mais complicado ainda. Foi exatamente o que aconteceu.

Paula Pequeno não pontuou quando foi acionada no quarto set, saiu zerada, isso mesmo. Sem comentários. Natália fez 9 pontos, sendo 6 de ataque e 3 de bloqueio. Natália permaneceu menos tempo em quadra e pontuou mais que Sheilla. Não posso deixar de citar Adenizia, que entrou e fez 4 pontos de bloqueio, nosso melhor fundamento.

Mari jogou 4 sets e marcou 9 pontos. Se fizermos uma comparação com o rendimento de Jaqueline, 25 pontos, Mari foi mal.     

E a Fabíola ?

Não é que Zé Roberto bancou ela como titular ?

Pois é. Não posso ser injusto e jogar a culpa da derrota em cima da levantadora brasileira. Fabíola jogou o 'feijão com arroz' básico, não comprometeu e fez um ótimo primeiro set. Mas é como digo sempre, jogar com a vantagem no placar é fácil, quero ver mudar a situação do jogo e isso Fabíola ainda não mostrou.

Fabíola insistiu demais com Jaqueline e os 25 pontos da atacante brasileira não nos deixam mentir. O passe do Brasil esteve muito ruim, inconstante e prejudicou demais Fabíola.   

Thaísa e Fabiana foram bem a maior parte do tempo no ataque e no bloqueio. Não comprometeram.

Dani Lins viu de fora a seleção perder. Menos mal. Entrou em 3 sets, mas sem chances de mudar o panorama da partida. Foi até bom. Aqueles que defendiam a tese de que Dani Lins era a grande responsável pela falta de habilidade, coragem e equilibrio da seleção, podem começar a rever seus conceitos. 

Dani quase não jogou, afinal hoje ela é reserva e Fabíola titular.

No primeiro jogo como titular da seleção brasileira, Fabíola viu de perto que o Japão, logo o Japão, não é Porto Rico.

A derrota significa que o Brasil está fora ?

Lógico que não, até porque ganhamos ainda 1 ponto por causa da derrota por 3 a 2. Mas é evidente que o resultado não estava nos planos. Não me lembrava a última derrota da seleção para o Japão, confesso. 

O que fazer ?

Zé não pode mudar radicalmente sua maneira de pensar e seguir com suas convicções. Uma derrota não pode e nem deve atrapalhar seus planejamento, mas Zé Roberto também não pode se iludir, porque está nítido que a seleção tem problemas na linha de recepção, desequílibrio no ataque e que é dependente de Mari e Sheilla.   

Por Bruno Voloch às 09h22

24/08/2010

Seja com Fabíola ou Dani Lins, seleção tem obrigação de vitória contra o Japão

Se o Brasil é favorito para ganhar pela nona vez o Grand Prix, imagine contra o Japão na partida válida pelas finais da competição. 

Contra o Japão será um jogo de extrema paciência. A seleção japonesa cresceu nos útimos anos, não desiste jamais da partida e muitas vezes a força não resolve e sim o jeito.

O Japão tem atacantes habilidosas como a ótima Kimura e a boa bloqueadora Inoue. Yuko Sano é uma líbero eficiente e precisamos torcer para que a levantadora Takeshita não esteja inspirada. Ela é formidável com a bola nas mãos, finta o bloqueio e enxerga o jogo como poucas. Um exemplo para Dani e Fabíola. 

Temos a obrigação de vencer ?

Sim e por 3 a 0 ou 3 a 1. Não dá para perder dois sets para o Japão, pois pode custar caro na frente. Vencer China, Japão e Polônia por 3 a 0 ou 3 a 1 será determinante.   

Favoritos ?

Claro. 

E qual seleção entrará em quadra ?

Ou melhor. Mari, Jaqueline, Thaísa, Fabiana e Sheilla estarão em quadra. Qual será a opção de Zé Roberto para começar de levantadora ?

Dani ou Fabíola ?

Eu fico com Dani Lins. Primeiro pelo passado recente, segundo pela experiência e terceiro porque tem mais entrosamento com as demais jogadoras.

Ela não está vivendo uma boa fase ?

Pode ser. Fabíola é mais ousada, porém muito irregular.

Dani não arrisca tanto, mas é precisa no que faz, ou era.

Contra o Japão talvez o treinador possa até arriscar e começar com Fabíola, porque aparentemente o Japão não oferece tantos riscos. Mas Zé Roberto é muito coerente e deixou claro em entrevistas recentes que deu chance para todas as jogadoras e que precisará do grupo inteiro para vencer o Grand Prix.

Nada melhor para motivar aquelas que hoje estão na reserva.

Acho que o próprio Zé Roberto ainda tem dúvidas na escalação. Experiente, ele sabe que é uma situação delicada e que requer jogo de cintura.  

Seja com Fabíola ou Dani, a obrigação de vitória é toda nossa. Contra o Japão, Fabíola não pode sentir pressão. Zé precisa apenas ter cuidado para não perder Dani Lins, caso resolva mesmo apostar em Fabíola como titular.

Repito. Porto Rico, Polônia e a China que enfrentamos não servem de referência.

Fabíola, se realmente usada como titular, começará a ser testada nos jogos contra Estados Unidos e Itália. Será apenas o início. Fabíola terá que passar por todo o processo que Dani Lins passou.    

Por Bruno Voloch às 13h53

Grand Prix reúne 6 finalistas, 3 candidatos e 1 favorito

Começa nesta quarta-feira a fase final do Grand Prix. 6 seleções estarão jogando até domingo na cidade de Ningbo na China.

A tabela foi interessante para o Brasil e enfrentaremos nas duas primeiras rodadas justamente Japão e Polônia, seleções que não vão brigar pelo título.

Das 6 seleções envolvidas na fase decisiva da competição, 3 podem se candidatar e sonhar com o título. Os Estados Unidos, a Itália e o Brasil. A China corre muito por fora, o Japão é o 'azarão' e a Polônia mera coadjuvante.

O favorito ?

Brasil, sem dúvida alguma.

Fizemos a melhor campanha na fase de classificação, temos o grupo mais homogêneo e Sheilla vivendo uma fase espetacular. Ela pode, deve e tomara que faça a diferença a nosso favor.

Mas e a Itália ?

Tem uma boa seleção, Ortolani está comendo a bola, mas a Itália sofreu para derrotar seleções fracas tecnicamente na fase de classficação. Completa é uma seleção perigosa e de respeito.

A seleção dos Estados Unidos me preocupa. Talvez tenha sido a seleção que mais evoluiu na competição e joga certinho taticamente. Destinee Hooker tem chamado atenção, o time norte-americano possui um bloqueio pesado e tem longe a melhor levantadora do Grand Prix.

Alisha Glass, que foi contratada recentemente pelo Vôlei Futuro, não é nenhuma sumidade, mas supera com folga as demais levantadoras.

Teoricamente, Estados Unidos, Brasil e Itália devem derrotar Polônia, Japão e China nessa primeira rodada.

 

Por Bruno Voloch às 13h42

23/08/2010

Conquista do Ouro olímpico faz aniversário. Muita coisa mudou, mas 'buraco' continua aberto.

O tempo passa rápido. Hoje 23 agosto de 2010, a conquista do inédito Ouro olímpico completa 2 anos. Aniversário também da craque Mari, umas das responsáveis pela inesquecível conquista.

Mas muita coisa mudou de lá pra cá. E como.

Nossa seleção virou referência, passou a ser mais respeitada e é a seleção a ser batida nas principais competições, seja Grand Prix, mundial e até mesmo nos jogos de Londres em 2012.

A principal mudança e perda irreparável foi a levantadora Fofão. E quanta falta ela nos faz. Tanto que Zé Roberto tentou de tudo para convencer a jogadora a desistir da idéia de abandonar a seleção brasileira. Não teve jeito, Fofão se foi e deixou literalmente um buraco.

Espaço que até hoje não foi ocupado. Aliás, a seleção está muito distante de encontrar uma jogadora que seja capaz de substituir Fofão. Incrível. Vou além e me arrisco a dizer que vamos chegar para jogar a olimpíada de Londres sem ter encontrado a levantadora ideal.

Dani Lins, Ana Tiemi, Fabiola e Fernandinha foram chamadas e nem todas testadas.

Hoje ao que parece Fabíola é a titular. Jogadora ousada, de futuro, mas muito irregular. Dani Lins teve suas oportunidades, mas se tivesse agradado estaria jogando. Tenho apenas receio que Zé Roberto perca definitivamente Dani Lins se mantiver a idéia de usar Fabíola.

Ana Tiemi teve raras chances, é nova alta, inteligente e penso que ainda terá oportunidade. Fernandinha é talentosa, fala o que pensa e se não estivesse com problemas físicos, estaria na briga. Garanto.

E só ?

Pouco, muito pouco e a nossa posição mais carente de todas. A diferença de Fofão para as demais é gigantesca.

Mas a realidade é essa e Fabíola que segure a pressão daqui pra frente. As comparações são inevitáveis, embora injustas.

E Paula Pequeno ?

Eleita a MVP da olimpíada de Pequim, Paula não conseguiu voltar mais a forma que a consagrou e hoje amarga a condição de reserva na seleção.

Jaqueline fez o caminho inverso. Era banco e hoje titular da seleção. Amadurecida, Jaqueline voltou bem da Itália e virou peça fundamental no esquema de Zé Roberto.

Mari e Sheilla são intocáveis, que me desculpe Zé Roberto. Sheilla então nem se fale. Uma jogadora completa, regular e que mantém o nível das atuações desde 2008.

Mari tirou um peso enorme das costas com o Ouro de Pequim. Execrada covardemente por jogadoras e parte da mídia após Atenas 2004m deu a volta por cima há 2 anos e segue firme como titular da seleção brasileira. Talento puro.

A líbero Fabi caiu de jogo, mas mantém a titularidade pela experiência e confiança do grupo. Tem também total apoio da comissão técnica, mas deve ficar de olhos abertos, pois em 2009 teve atuações mais seguras.

Fabiana foi mais estável que Thaísa desde a conquista do Ouro olímpico. Thaísa passou por problemas particulares, mas na seleção em 2010 voltou a velha forma, aquela que a consagrou em 2009.

Fabizona também já viveu dias melhores no clube, mas após deixar o Rio de Janeiro deve evoluir bastante trabalhando com outro treinador e se livrando da pressão de Bernardinho. São duas peças fundamentais para Zé Roberto.

Sassá, outra campeã olímpica, caiu de jogo, mas tem caráter, é jogadora de grupo e pode garantir sua presença em Londres pelo bom fundo de quadra. Não pode ser titular, mas vai estar no bolo das 12. 

Carol Albuquerque tem até hoje seu nome lembrado por alguns leitores que acompanham o blog, mas optou por cuidar da família, saiu por cima e fez opção correta. Me arrriso a dizer que se Carol resolvesse brigar por uma vaga, teria boas chances. Mas Zé quer renovar e dentro do trabalho de renovação, Carol ficou fora dos planos.

Nomes novos apareceram como Adenízia, Joycinha, Camila Brait e principalmente Natália. Das 4, Natália é nome certo para Londres em 2012 e Adenízia se mantiver a seriedade pode estar na próxima olimpíada. Não podemos esquecer de Carol Gattaz, central de qualidade, mas que teve a infelicidade de se contundir. Joycinha é uma realidade e Camila uma bela promessa.

A versártil e competente Valeskinha deve ser lembrada. Ela era o 'curinga' do time de 2008. Hoje joga no Rio de Janeiro. 

Walewska também foi uma jogadora importantíssima e teria espaço fácil entre as 12 se decidisse vestir a camisa da seleção novamente.

Zé Roberto tem a árdua tarefa de manter essa seleção sempre entre as melhores e brigando pelas primeiras posições. Zé não esconde de ninguém que a maior preocupação é encontrar uma jogadora que seja capaz de minimizar a ausência de Fofão. Zé sabe que nao vai encontrar uma substituta, simplesmente porque essa atleta não existe. Zé tem os méritos de enxergar a má fase de Paula, a evolução de Natália e recuperou Thaísa para a seleção.

Zé não deixa a seleção ter estrelas e valoriza o grupo. Uma lição que aprendeu após a medalha de Ouro conquistada com o masculino em 1992.

O tempo passa e 'matou' seleções como a China. Fez a Itália crescer após a saída de Aguero e 2010 pode nos mostrar os Estados Unidos novamente forte e capaz de brigar por títulos e ainda não nos mostra a Rússia, que quando aparecer será uma 'desagradável' surpresa, bem diferente de 2008.         

     

Por Bruno Voloch às 10h18

Rodízio 'derruba' Sheilla e Thaísa nas estatísticas do Grand Prix

Líder da primeira fase e favorito ao título, o Brasil curiosamente só aparece com duas jogadoras entre as destaques nas estatísticas do Grand Prix após a fase de classificação.

Sheilla perdeu a condição de melhor atacante para a chinesa Yunwen Ma. Serena Ortolani da Itália está em terceiro.

A central Thaísa liderava ao final da segunda fase do Grand Prix as estatísticas como a melhor bloqueadora. Como não atuou em algumas partidas, Thaísa foi superada pela japonesa Kaori Inoue. Destinee Hooker dos Estados Unidos ocupa a terceira posição.

A maior pontuadora do Grand Prix continua sendo a japonesa Saori Kimura com 165 pontos. Manon Flier da eliminada Holanda é a segunda e Hooker dos Estados Unidos ainda pode sonhar com a possibilidade de ser a maior pontuadora. Hoje a norte-americana está com 157 pontos.

Manon Flier deixou a competição como a melhor sacadora da competição. Saori Kimura do Japão deve assumir a liderança nos próximos jogos.

Kerstin da Alemanha, Rosa Caco da República Dominicana e Hua Yang de Taiwan lideram o ranking de defesa, porém como as seleções estão eliminadas, não deverão ficar com o prêmio. Yuko Sano do Japão e Nicole Davis dos Estados Unidos podem sonhar com a premiação.

Franncesca Piccinini da Itália tem a melhor recepção e Hua Yang de Taiwan a melhor líbero. 

Alisha Glass dos Estados Unidos lidera disparada como a principal levantadora do torneio e Takeshita do Japão aparece em terceiro. Fabíola é décima quarta e Dani Lins décima quinta no ranking. 

Mas é bom ficar alerta. Nem sempre são premiadas as jogadoras que efetivamente lideram nos fundamentos. Assim como na Liga Mundial, o prêmio por questões políticas da FIVB, pode ficar com alguma atleta que seja destaque na reta final do Grand Prix. Fora isso, vale ressaltar que o ranking é zerado após a primeira fase, ou seja, as jogadoras brasileiras podem e devem sonhar com a premiação individual.

 

 

Por Bruno Voloch às 09h29

22/08/2010

Seleção conta com as atacantes titulares de volta, precisa de Dani Lins e vence Polônia

O Brasil fez 3 a 0 na Polônia com sobras no primeiro e terceiro sets e um susto no segundo set. Não fosse a entrada de Dani Lins, a Polônia poderia ter vencido o set, mas dificilmente a partida.

O resultado foi justo, merecido e o resultado nos deu o título simbólico da primeira fase e moral para a sequência da competição.

Não tinha dúvida nenhuma que a seleção iria vencer a partida e imaginava mesmo que fosse por 3 a 0. O sufoco no segundo set é que não estava nos planos, mas acontece.

A expectativa toda era saber qual equipe Zé Roberto colocaria em quadra. A titular ou a reserva ?

Zé colocou Sheilla de oposta, Mari e Jaqueline nas pontas e as centrais Thaísa e Fabiana. Fabi voltou a atuar de líbero. Ou seja, o time titular.

Sheilla foi novamente a maior pontuadora e gostei demais da atuação de Fabiana. Segura na rede, fez muitos pontos de bloqueio e parece crescer na hora certa. Tomara.

Aliás, o bloqueio foi nosso ponto forte no jogo.

Antes que cobrem, não esqueci de citar Fabíola que começou como titular, dando a impressão que Zé Roberto pretende mesmo usar a jogadora daqui pra frente na vaga de Dani Lins.

Será ?

Pelo jeito e as atitudes recentes, sim.

Mas devo lembar que Zé Roberto precisou de Dani Lins para vencer o segundo set. Dani conseguiu uma sequência de saques impressionante. 

Faz parte do jogo, defenderão alguns, e perguntarão quantas vezes Fabíola entrou e ajudou o Brasil a ganhar também ?

Não me lembro de muitas vezes não, mas em todo caso ...

O importante foi ver que Dani Lins não está conformada com a reserva e não se acomodou. Zé precisou dela e a jogadora 'resolveu' o segundo set. E Dani precisa estar mesmo preparada, até porque olhar o jogo de fora é mais fácil.

Não posso ser injusto e não elogiar a dedicação e o esforço de Fabíola no primeiro e terceiro sets. Mas ela tem que estar consciente, agradecer e aproveitar essa oportunidade que aparentemente Zé Roberto está dando. Eu prefiro deixar que os resultados e a fase final do Grand Prix respondam se Zé Roberto está correto.

Ainda não estou totalmente convencido de que Zé vai mesmo para a fase final com Fabíola de titular. Zé tem crédito e sabe o que faz. Se for, boa sorte para Fabíola e tomara que ela segure a pressão.

O segundo set contra a Polônia foi apenas um alerta, mas não podemos esquecer que próprio Zé nos disse que o Grand Prix iria servir para realizar alguns testes para o mundial. Então pensando dessa forma, tenho esperança que o treinador esteja apenas testando Fabíola, o que é absolutamente natural.

Fora os 3 a 0 convincentes, de positivo mesmo foi ver Fabiana crescendo e Mari e Jaqueline, nossas ponteiras titulares, devidamente em forma. 

Por Bruno Voloch às 09h13

Sobre o autor

Carioca, tem mais de 20 anos de profissão. Iniciou a carreira na extinta TV Manchete em 1988. Foram 6 anos até ser contrato pela Band Rio em 1994. No ano seguinte estava no Sportv/Globo onde foi idealizador e apresentador do programa Supervolley. Atuou como repórter de 1995 até 2003, e participou da cobertura dos campeonatos brasileiros de 1995 a 2003 em jogos ao vivo. Em 2004 se transferiu para o Bandsports, onde criou e comandou os programas "Roda de vôlei "e Linha de 3". Foi apresentador e comentarista de vôlei e basquete do canal. Em 2008 acumulou a função de diretor de jornalismo até setembro de 2009. De 2007 até 2009 foi colunista da rádio Bandnews FM do Rio e trabalhou nos jornais Lance e Jornal dos Sports. Participou da cobertura de 3 Copas do Mundo, 3 Olimpíadas e das últimas 3 últimas edições do Pan. Hoje é colunista do Jornal do Brasil e comenta futebol para a Bandnews FM/Rio de Janeiro e rádio Terê FM/Rio de Janeiro. É especialista em vôlei.

Sobre o blog

Opinião e informação sobre o que de mais relevante ocorre no vôlei no Brasil e no mundo.

Histórico

© 1996-2009 UOL - O melhor conteúdo. Todos os direitos reservados.